Saas – Software como Serviço

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Microsoft instalará centro cloud computing em Taiwan

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IT INSIDE

Microsoft instalará um laboratório de pesquisa e desenvolvimento em Taiwan, segundo informou o CEO, Steve Ballmer. De acordo com o The Wall Street Journal, a empresa assinou um acordo com o governo taiwanês para investir US$ 9,5 bilhões no projeto, voltado principalmente para o desenvolvimento de tecnologias de cloud computing.

Ming-Ji Wu, diretor-geral de tecnologias industriais do Ministério da Economia de Taiwan, declarou que espera que o novo centro fique pronto antes do fim deste ano. Ballmer declarou que o laboratório servirá para estimular os fornecedores de serviços e produtos relacionados à computação em nuvem da região.

Sobre o Windows 7, o CEO declarou que a aceitação do mercado tem sido boa. Ballmer espera que, até o fim do ano, 300 milhões de PCs sejam vendidos com o novo sistema operacional.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 11, 2009 em 2:57 pm

Mercado de SaaS deve crescer 18% neste ano, indica estudo

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Apesar da retração que atingiu a maior parte do setor de TI devido a crise finaceira mundial, as vendas de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) disponível via web vêm crescendo vigorosamente. Estudo do Gartner projeta que a receita mundial com SaaS totalizará US$ 7,5 bilhões neste ano, um aumento de 17,7% na comparação com os US$ 6,4 bilhões registrados em 2008.

De acordo com a consultoria, essa modalidade de venda de software apresentará crescimento consistente nos próximos anos, atingindo cifra de US$ 14 bilhões em 2013, quase o dobro do registrado neste ano.

O Gartner avalia que os segmentos de conteúdo, comunicações e colaboração (CCC, na sigla em inglês) e de CRM continuarão impulsionando a expansão das vendas de SaaS e devem totalizar receita de US$ 2,6 bilhões e US$ 2,3 bilhões neste ano, respectivamente. Já a modalidade de SaaS de software de ERP fechará o período com vendas de US$ 1,24 bilhão.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 10, 2009 em 11:42 am

Cisco reforça portfólio para disputar mercado corporativo de web 2.0

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Em prosseguimento a estratégia de diversificar sua atuação no mercado, a Cisco anunciou nesta segunda-feira, 9, um conjunto de ferramentas, que inclui webmail, rede social corporativa e mensagem de texto, para concorrer com IBM, Google e Microsoft na disputa pelo mercado de colaboração e web 2.0 corporativa.

Uma delas é o WebEx Mail, desenvolvida com o intuito de fazer frente ao Lotus Notes, da IBM, Gmail, do Google, e ao Exchange, da Microsoft. A solução será vendida na modalidade de software com serviço, ou seja, por demanda, e será hospedada pela companhia. A outra lançamento é o Cisco WebEx Connect, serviço de mensagens de texto, com o qual a empresa pretende concorrer com o Messenger, da Microsoft, Gtalk, do Google, e o serviço de mensagens instantâneas da IBM.

Em seguida, vem a ferramenta de web 2.0, por meio da qual a fabricante de equipamentos de rede passará a fornecer serviços de vídeo social, batizado de Cisco Show and Share. A ferramenta permite às organizações criar e gerenciar comunidades de vídeo altamente seguras para compartilhar idéias e experiências, e melhorar a colaboração em vídeo.

Outra ferramenta de web 2.0 desenvolvida pela Cisco foi a Enterprise Collaboration Platform, software de portal social corporativo que inclui um diretório com funcionalidades de rede social, que permite que os usuários criem espaços de equipes e ambientes de comunidades “em tempo real”, além de oferecer uma estrutura para interação de aplicativos corporativos legados e conteúdo web 2.0.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 10, 2009 em 11:33 am

SAP entra em SaaS com solução para PME

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ITWeb

Business by Design deve ser anunciado no primeiro trimestre de 2010, mas companhia não precisa a data 

Para abocanhar uma fatia do mercado de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês), a SAP vem testando em cerca de 100 clientes em seis países distintos (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, China, Índia e França) sua mais nova solução, que promete significar uma ruptura frente a tudo que já foi feito.

Baseada em SaaS, o Business by Design oferece uma suíte completa (“de fim a fim”, incluindo ERP, CRM e BI) focado, principalmente, nas pequenas e médias empresas (PMEs). O cliente terá todo o sistema e o suporte na internet, diferente das soluções que a fabricante alemã oferece hoje em dia.

No entanto, a solução ainda não tem uma data certa para lançamento. A SAP espera anunciá-lo ainda no primeiro trimestre do ano que vem. Mas tudo não passa de previsões. Tanto o presidente global para PMEs, Hans Peter Klaey, como o líder global de relações com mídias, Christopf Liedtke, se esquivaram, em encontro com jornalistas latino-americanos em Walldorf, na Alemanha, onde encontra-se a sede da SAP, de precisar uma data.

O motivo é claro. A companhia até o momento não está segura quanto ao software – e só vão lançá-lo “quando estiver perfeito”, assegura Klaey. O mais complicado, explicam, é o suporte, já que o modelo de negócio está baseado em aluguel. Para ser viável, o Business by Design é todo padronizado. “Isto é único no mercado”, declara Liedtke.

O sistema contempla as organizações de 50 a 500 funcionários e, segundo os executivos, complementa as outras soluções para as PMEs (Business One, para as pequenas, e Business All-in-One, para as médias). “Vamos focar nas empresas que não são clientes da SAP”, aponta Liedtke.

 

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 9, 2009 em 11:14 am

Riosoft e Corpflex se unem por oferta de SaaS

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Reseller Web

Riosoft oferece seus aplicativos com hospedagem e gerenciamento da Corpflex 

As empresas Riosoft e Corpflex anuncia parceria estratégica, com vistas a obterem complementaridade de portfólio.
A Riosoft entra com sua especialidade, o desenvolvimento de sistemas ERP, CRM, BI e RH, enquanto a CorpFlex, contribui com sua expertise como operadora tecnológica em infraestrutura de TI na modalidade outsourcing.

A ideia é que os clientes possam contratar infraestrutura e software numa única oferta de negócio. Nesse processo, a Riosoft passa a oferecer seus softwares com hospedagem no data center da CorpFlex, contratado como serviço. Esta, por sua vez, faz a administração da solução.

Pelas contas das empresas, o novo sistema de negócios pode reduzir o tempo de implantação um ano e meio, para cerca de três a quatro meses e economizar até 70% nos custos da implantação em pequenas e médias empresas.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 9, 2009 em 11:10 am

Saiba como planejar o mix de soluções de cloud computing

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Por Chris Curran, CTO da Diamond

Sair do modelo de computação tradicional para um modelo totalmente baseado na nuvem representa um passo pouco realista e imprudente para as organizações CIOs experientes já aprenderam que não é fácil conseguir mensurar os benefícios tangíveis de novas tecnologias. No caso da cloud computing (computação em nuvem), vale dosar todas as promessas de benefícios desse novo modelo com o bom senso dos negócios. As soluções na nuvem não podem ser consideradas de forma radical – tudo ou nada. O ideal é adotar uma postura na qual os serviços são adotados gradualmente ao longo dos anos. Os desafios da computação em nuvem chamam a atenção tanto da área de tecnologia como dos executivos de negócio. Isso impacta na introdução de um novo conceito tecnológico, de processos e de modelos financeiros. Ao mesmo tempo, os CIOs irão encarar uma significativa dificuldade para convencer a organização que isso vai exigir mais do que se imagina à primeira vista, em termos de custos e de esforços. Lembre o que aconteceu há alguns anos, quando as pessoas perguntavam: “Por que não estamos usando um ERP (sistema de gestão empresarial)?” Sair da computação tradicional para um modelo totalmente baseado em cloud computing não é um passo realista ou prudente. Então, nos próximos anos, a maior parte das empresas vai operar com modelos híbridos, os quais mesclam infraestruturas públicas e privadas na nuvem, enquanto o data center deve continuar a existir como parte do ecossistema de infraestruturas corporativas. Essa mistura dará aos CIOs um monte de oportunidades para experimentar com baixo risco as aplicações baseadas em cloud, antes de assinar um acordo definitivo. A experimentação tende a ser uma fase determinante para as empresas ajustarem o mix de soluções na nuvem. No caso do public cloud (nuvem pública), operada por terceiros, elas oferecem larga escala e, como resultados, grandes reduções de custos. Mas o modelo ainda é imaturo, oferecendo pouco controle dos SLAs (acordos de nível de serviço), da segurança e dos conceitos de compliance. Além disso, exigem uma integração complexa. As private clouds (nuvens privadas), por sua vez, são atrativas pelo fato de oferecerem benefícios similares aos obtidos com as nuvem públicas, mas adicionam um controle maior e permitem uma customização. Com tantos prós e contras a se considerar, os três modelos operacionais – hosting tradicional, public clouds e private clouds – irão coexistir pelo menos nos próximos três a cinco anos, especialmente entre as grandes corporações. Além disso, cada modelo vai exigir infraestrutura, middleware (camada intermediária) e aplicações de negócio. Como primeiro passo para aproveitar essa nova onda tecnológica, a organização precisa ter uma clara visão de seu portfólio de sistemas no contexto da necessidade dos negócios e dos pontos problemáticos. Sem isso, uma companhia corre o risco de cometer equívocos na adoção de serviços e aplicações baseadas em cloud. Os resultados da avaliação de seis passos podem ajudar uma empresa a definir melhor quais são os modelos mais adequados e quais as prioridades. Em ordem de importância, eu aconselharia a avaliação dos seguintes itens:

• Entender as demandas de negócio por novas funcionalidades

• Avaliar as aplicações atuais e o portfólio – em termos de gargalos de negócio e saúde da tecnologia

• Determinar aplicações que poderiam rodar em cloud para entender a relevância das ofertas

• Avaliar oportunidades para só utilizar os serviços de infraestrutura em cloud

• Analisar as questões de gestão e de operação do modelo

• Identificar as empresas que já adotaram cloud

Os passos e a direção em que cada organização deve migrar para cloud computing tende a variar. Mas a necessidade de uma empresa entender se está pronta para uma nova abordagem para oferecer aplicações. Com uma avaliação detalhada em mãos, um CIO pode começar a analisar a arquitetura de sistemas e construir um calendário que contemple o valor para os negócios de cada peça colocada na nuvem.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 9, 2009 em 11:08 am

Cisco, EMC e VMware formam joint venture

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InformationWeek EUA
 
 
Companhias se unem para oferta de serviços de data center com tecnologia de virtualização
 

Cisco e EMC ampliaram sua parceria, aproximando seus links de data center e computação em nuvem em um momento que as duas companhias trabalham para ampliar participação no mercado de infraestrutura de TI. A nova oferta, chamada Virtual Computing Environment (VCE), une tecnologia VMware, redes Cisco e armazenamento EMC.

As duas empresas trabalham agressivamente para ampliar presença além dos tradicionais mercados de atuação desde que a EMC aceitou a Cisco como investidora em sua empresa de virtualização VMware, em 2007.

“Esta coalização vai além da tecnologia e parceria”, afirmou John Chambers, CEO da Cisco, em comunicado, onde também pontuou novas oportunidades em data center. “Trata-se de uma nova forma de aproveitar o data center, melhorando sua utilização, energia consumida e segurança da informação, tudo isso dentro de um melhor custo para os clientes e com uma arquitetura de rede para otimizar os recursos virtuais.”

Os primeiros testes com o Vblock Infraestructure Packages, peça integrante do VCE, resultaram em redução de custo na ordem de 40% no gerenciamento e operação de infraestrutura de data center virtualizado. A proposta é desenvolver estratégia de TI em torno de nuvens privadas com o Vblock, que possui ferramentas que permitem a participação de diversos atores no lançamento da nuvem como comunidade de integradores de sistemas, provedores de serviço, canais parceiros e vendedores independentes de softwares.

Outros players, como a Intel, também participam do lançamento do VCE. A Intel, por sinal, participa de outra joint venture com Cisco, EMC e VMware chamada Acadia, pensada para transferir rapidamente a infrestrutura Vblock para organizações, acelerando processo de virtualização e nuvem privada.

“Os clientes precisam tirar o máximo de seus orçamentos de TI para o desenvolvimento e rápida implementação de novas tecnologias que ajudem suas organizações na criação de vantagens e diferenciais de negócios”, analisou Joe Tucci, chairman e CEO da EMC, em comunicado.

Nos últimos meses, Cisco e EMC adotaram políticas agressivas para aquisição de companhias, sendo que a EMC ficou mais próxima de seus interesses em torno de storage e, a Cisco, atacando companhias de eletrônicos e videoconferência.

“Os clientes estão de olho na tecnologia de virtualização para melhorar o desempenho e flexibilidade de seus sistemas de TI”, afirmou Paul Maritz, CEO e presidente da VMware.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 4, 2009 em 5:14 pm

Além da nuvem, offshore também ganha força

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InformationWeek EUA
 
JohnsonDiversey usa tecnologia da indiana Wipro para suporte e gerenciamento de sistemas 

Outra tendência que ganhou força com a recessão, assim como da última vez, foi a terceirização no exterior. Desde que emergiu, a JohnsonDiversey tem usado tecnologia da Wipro, baseada na Índia, de forma extensiva para suporte e gerenciamento de sistemas, cortando pela metade o orçamento de TI e entregando um serviço melhor, como avalia Brent Hoag, diretor sênior de TI global da JohnsonDiversey.

A área de TI da empresa é composta, agora, por 75 profissionais que, basicamente, trabalham com estratégia de software e infraestrutura, estratégia de TI em unidades do negócio e gerenciamento de contratos de outsourcing. “O profissional de nível mais baixo que tenho na minha equipe é um gerenciador de programa”, pontua Hoag. Ainda assim, software online irá mudar também a forma como os CIOs olham para terceirização.

Quando a empresa fechou negócio com o Gmail e Postini, retirou suporte de e-mail do contrato com a Wipro; é o próprio Google que lida com qualquer tipo de problema. A Wipro ainda oferece suporte de help-desk para outros aplicativos, incluindo o Microsoft Office, que continua sendo a suíte padrão da empresa. 

Na Avago Technologies, as únicas opções que o CIO Bob Rudy tem levado em consideração como um novo sistema de recursos humanos são outsourcing completo ou um aplicativo online. A fabricante de componentes eletrônicos usa uma antiga versão do PeopleSoft que Rudy não quer atualizar. Ele analisa os processos em terceirização para oferecer serviços de RH mais amplos, incluindo a possibilidade de rodar qualquer aplicativo necessário.

Se não for o caso, ele pode aderir às opções online, como a Workday. “Não acredito mais em comprar software”, avalia Rudy, que também transferiu o serviço de e-mail da empresa para o Gmail e usa, Google Apps e Sites. No entanto, ele pretende continuar comprando softwares CAD licenciados, já que essas inovações em desenvolvimento e engenharia são essenciais para os negócios. 

Para Julian Koski, CEO da Transparent Value, uma unidade de gerenciamento da Guggnhein Partners, computação em nuvem não passa de outsourcing barato. “Quanto mais pudermos exportar e ter alguém que faça o trabalho pesado, melhor”, acredita Koski. A empresa usa um aplicativo online do Grupo Navatar, criado na plataforma Force.com, da Salesforce.com, para gerenciar fundos de investimentos mútuos de seus clientes. “Por muito tempo fiz negócios com aplicativos personalizados”, informa. “Esses aplicativos prontos da Navatar fazem uma grande diferença. Eu nunca precisei me sentar e escrever especificações.”

A empresa paga mensalmente pelo serviço e, enquanto empresas de serviços financeiros são vistas como clientes pouco prováveis para aplicativos baseados em nuvens, devido às leis de segurança da industria, Koski não considera o local físico dos dados um problema porque, tanto a Navatar quanto a Salesforce, apresentam políticas e tecnologia de segurança sólidas. 

As decisões de Koski e Hoag mostram como cloud computing poderia substituir alguns serviços de suporte de aplicativos e trabalhos de desenvolvimento que offshore outsourcing  capturou no começo dessa década. A pressão crescente está nas empresas que oferecem serviços de outsourcing para trabalhar ainda mais próximas dos clientes. A Infosys, por exemplo, diz que mais da metade de seus acordos possuem algum elemento de preço baseado em entrega.

Nem tudo é festa

O aumento no uso de smartphones como alternativa aos desktops e laptops deve alimentar o interesse em opções baseadas em web. Hoag destaca que, com o e-mail baseado em web do Google, a JohnsonDiversey não precisa mais comprar e manter o servidor BlackBlerry, da Research in Motion (RIM), para que os usuários de da plataforma baixem e-mails, já que a maioria dos smartphones tem acesso ao Gmail. “Tivemos uma melhora significativa na flexibilidade, permitindo que as pessoas trabalhem de qualquer lugar”, ressalta Hoag. 

Mas nem todos os modelos de TI alternativa parecem ser vencedores. Pense nas alternativas que cobram taxas anuais de manutenção de software. Alguns CIOs com quem conversamos disseram estar insatisfeitos com o modelo tradicional porque pagam taxas anuais, normalmente 22% do custo da licença, para manutenção e upgrades.

Software como serviço, ou SaaS, da sigla em inglês, é uma opção e, enquanto os fornecedores como RightNow, Salesforce, Success-Factor e Workday têm presença e conquistam grandes clientes corporativos com aplicativos assinados, seus lucros continuam sendo equivalentes às pequenas porções dos lucros de empresas como Microsoft, Oracle e SAP.

Outra opção é suporte barato vindo de empresas terceirizadas como a Rimini Street, que diz cobrar metade do que Oracle ou SAP cobram. A Rimini Street conquistou nomes importantes, como a empresa de frotas de caminhão J. B. Hunt, e suas reservas irão dobrar esse ano, para cerca de US$ 150 milhões, mas ainda é muito pequeno perto das gigantes do mercado. Ray Wang, analista do Grupo Altimeter, contou que algumas empresas terceirizadas iniciantes quebram porque os profissionais mais tradicionais as consideram muito controversas para fechar negócio. 

Trade-Offs se tornam mais fáceis. 

Portanto, não se engane. Empresas como Microsoft, Oracle e SAP ainda dominam os aplicativos, agregando valor às suítes integradas de décadas de trabalho corporativo e industrial. Com ERP central, há pouco interesse corporativo na nuvem, onde latência pode causar problemas para aplicativos de transação intensiva. Mas se existe um pensamento comum em relação à adoção de modelos de TI alternativas, é que a economia, em queda, tornou mais fácil engolir os trade-offs, que mantiveram a TI longe desses modelos no passado. 

A Sony Pictures Entertainment está no processo de implementação de RH baseado em assinatura, incluindo os serviços de software da Workday para viagens, despesas e folha de pagamento. “Nós tentamos desenvolver um projeto para implementar RH por mais de um ano e meio”, informou Andy Schlei, vice-presidente de TI da empresa. “E cada vez que chegávamos ao ponto de aprovação, devido à nossa situação atual, éramos obrigados a encontrar um projeto mais barato”.

A equipe de TI estimou que a Workday levaria sete meses para implementar – metade do tempo que levaria para um aplicativo de RH local – por um terço do preço. “Foi a primeira vez que pegamos uma importante plataforma global e a mandamos para a nuvem”, confirmou Schlei. Ainda há muito trabalho a ser feito pelos profissionais de TI da Sony Pictures, como integrar o software online da Workday com o sistema local de gerenciamento de identidade da Sony. E como a empresa está analisando outras opções de cloud, incluindo o Amazon Elastic Compute Cloud para infraestrutura de TI sob demanda, ela quer evitar criar um novo tipo de complexidade.

“Trabalhamos por 10 anos para desfazer um emaranhado de aplicativos e tivemos sucesso ao entregar custos mais baixos”, contou Schlei. “Não queremos criar um novo emaranhado com esse negócio de software como serviço.” A Sony Pictures também resolveu o problema de “estratégia de saída”. Seu contrato exige que a Workday envie, periodicamente, cópias de qualquer código que seja implementado para a empresa, assim como todos os dados. Caso a Sony resolva que quer se separar da Workday, ou caso a fabricante saia do mercado, a Sony terá acesso garantido a todos os dados e códigos.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 3, 2009 em 11:47 am

Cisco compra empresa de segurança SaaS

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ChannelWeb

                  
ScanSafe aparece como base para que a fabricante construa seu portfólio de soluções de segurança na nuvem

A linha de pensamento da Cisco de absorver empresas de nicho se mantém mais esta semana. A corporação anuncia a intenção de adquirir a ScanSafe, fornecedora de segurança na web, por US$ 183 milhões, em cash, mais incentivos retidos, com expectativa de fechamento no início de 2010.

“Com a compra da ScanSafe, a Cisco executa, em nossa visão, a estrutura para construir uma arquitetura de segurança de borderless network, que combina rede e serviços na nuvem para segurança avançada”, disse Tom Gillis, vice-presidente e general manager da unidade Security Technology Business (STBU) da Cisco, em comunicado. “A Cisco vai prover aos clientes a flexibilidade de escolher o modelo de desenvolvimento que melhor cabe em sua empresa, e entregar a qualquer hora, em qualquer lugar a proteção contra ameaças da web”.

A ScanSafe, companhia privada fundada em 2004, em São Francisco, produz soluções SaaS para o SMB e o enterprise e possui uma rede global de data centers.

De acordo com a Cisco, os produtos ScanSafe se tornarão parte do Cisco”s AnyConnect VPNClient e a fabricante planeja usar ambas arquiteturas de data center e de nuvem compartilhada para, no futuro, construir seu próprio portfólio de produtos de segurança na nuvem.

O time gestor da ScanSafe, por sua vez, será parte da estrutura STBU, reportando-se a Gillis.

“A ScanSafe foi pioneira no Mercado de segurança SaaS e continua a liderar nesse mercado em rápido crescimento. Em um cenário em que empresas estão, cada vez mais, focadas em um ambiente de trabalho flexível e móvel, a necessidade de soluções de hosteamento híbrido em segurança é maior do que nunca. Unindo-nos à Cisco, seremos capazes de oferecer proteção ainda maior e mais flexível aos nossos clientes”, disse o CEO da empresa, Eldar Tuvey, em nota.

Na semana passada, a Cisco anunciou planos de comprar a especialista em infraestrutura móvel Starent Networks. No início do mês, também incrementou seu portfólio de vídeo com a Tandberg.

Escrito por Flavio Henrique

Outubro 30, 2009 em 9:11 pm

Ubuntu 9.10 tem serviço de nuvem gratuito

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INFOWeb

A Canonical anunciou essa semana o lançamento oficial do Ubuntu 9.10 Desktop Edition, que apresenta um serviço gratuito de Cloud Computing.

A partir de amanhã, quinta-feira, o sistema operacional de código aberto estará disponível para download totalmente grátis.

Para usuários de computadores móveis, como notebooks e netbooks, os desenvolvedores do SO trabalharam em melhorias na interface Remix, destinadas aos portáteis. Ela passa a utilizar o programa de mensagens instantâneas Empathy, que facilita a transferência de arquivos de texto, voz e vídeo.

“O Ubuntu 9.10 dá aos usuários mais razões do que nunca para considerar seriamente o Linux, em um momento em que muitos estão repensando as suas opções de sistemas operacionais. Estamos oferecendo uma plataforma para os usuários interessados em um sistema operacional fácil de usar, com ótimo visual e amigável para a navegação a Web”, declarou Jane Silber, COO da Canonical. “Uma seqüência de boot, login e sincronização de arquivos e contatos mais atraente, por meio de serviços online e ótimas experiências com os modelos de notebooks, desktops e netbooks mais populares, continuam a posicionar o Ubuntu entre as opções comerciais”.

 

Escrito por Flavio Henrique

Outubro 30, 2009 em 8:59 pm