“Nós estamos desenvolvendo o Windows Server 8 em torno da nuvem”, afirmou Ballmer
por: CRN Brasil
“Estamos no momento de inovar e repaginar os negócios”, afirmou o CEO da Microsoft
A Microsoft não está apenas repaginando o Windows com o lançamento do Windows 8, mas toda a companhia está se transformando ao redor da nuvem. A afirmação partiu de Steve Ballmer, durante o Dell World, em sua apresentação.
“Nós estamos pensando sobre data center e noções de cloud pública e híbrida são de extrema importância”, disse o CEO da Microsoft. A Microsoft está construindo suas soluções a partir da visão de que mais usuários finais vão fazer workloads mais pesados para a nuvem nos próximos anos, de acordo com Ballmer.
“A capacidade de construir não só um data center virtualizado, mas sim um onde você pode gerenciar os modelos de nuvem é fenomenal”, afirmou o CEO. “Isto será um movimento real para muitos, levando várias aplicações chaves para a nuvem. Nós observamos isso com o Office 365. Nossos concorrentes estão vendo isso no CRM deles. Mas eu não estou dizendo que você vai conectar seu backbone ou seu sistema de distribuição na nuvem. Ainda é muito cedo para isso”, disse.
De acordo com Ballmer, é provável que as empresas busquem complementar a gestão dos negócios, compartilhando aplicações e extensões com parceiros e clientes, para que seja utilizado por alguns dias. “Nesse caso, faz sentido colocar na nuvem”, complementou.
“Nós veremos essa migração nos próximos dez anos. Isso significa que nós precisamos ter a infraestrutura da nuvem funcionando. Nós precisamos do Active Directory nos dois ambientes para audar com a segurança. Nós precisamos do Visual Studio para a portabilidade de aplicações, também nos dois ambientes. Estamos repaginando o Windows não só como servidor, mas também no Azure”, contou.
“Estamos no momento de inovar e repaginar os negócios”, acrescentou Ballmer. De acordo com Brian Surace, gerente sênior do Windows – que subiu no palco junto ao CEO durante o Dell World -, disse que o Windows Server 8 poderá rodar 32 processadores virtuais em uma única máquina, e suporta mais de 512 GB de memória e um único HD de 16 TB para workloads de alta escala. “Nós queremos a migração em tempo real, sem limites. Mover de um host para o outro sem problemas, sem hardwares especializados”, afirmou Surace.
por: Decision Report
O Grupo Capgemini, uma das principais fornecedoras mundiais de tecnologia, consultoria e outsourcing, e a EMC Corporation, líder mundial em capacitar empresas e provedores de serviços a transformar suas operações e fornecer TI como um serviço – anunciam uma aliança estratégica global para identificar e desenvolver serviços de tecnologia da informação baseados em Cloud Computing. No Brasil, a parceria com a CPM Braxis Capgemini (parte do Grupo francês) reforçará a oferta de consultoria, soluções e serviços, para que o processo de convergência dos clientes continue com total segurança e agilidade.
O acordo está relacionado à crescente demanda global por este modelo de serviço. De acordo com a analista Forrester Research Inc., o mercado mundial de Cloud Computing crescerá de US$ 40,7 bilhões em 2011 para mais de US$ 241 bilhões em 2012. Já os negócios em soluções privadas terão um aumento dos atuais US$ 7,8 bilhões para US$15,9 bilhões no próximo ano. Ao adotar o modelo de computação em nuvem, a Forrester prevê uma redução de custos em até 74% dos investimentos realizados para a implementação de infraestrutura e operações, incluindo despesas com equipe, instalações, consumo de energia e migração de dados.
A oferta conjunta baseia-se no modelo de Storage-as-a-Service (Armazenamento como Serviço). Para isso, a Capgemini e a EMC desenvolveram uma arquitetura comum e sincronizada, com a proposta de fornecer análises de custos e níveis de serviços previsíveis. Esse modelo reduz a complexidade do planejamento e aumenta a agilidade dos negócios. Ainda, no final de 2011, estará disponível o modelo de Messaging-as-a-Service (Comunicação Eletrônica como Serviço), bem como outras ofertas a serem anunciadas nos próximos meses.
Com a aliança, as ofertas permitirão que os clientes reduzam seus custos no processo de gestão organizacional, por meio de soluções de gerenciamento remoto dinâmico, tais como Business Intelligence (BI) e Enterprise Performance Management (EPM), proporcionando um aumento na agilidade de suas atividades diárias e com menos gastos operacionais.
No Brasil, a aliança estimulará a migração das operações de sua carteira de clientes para a plataforma de Cloud Computing como serviço. “Nossa oferta de e-mail em uma nuvem privada é a materialização desse projeto. Utilizando as tecnologias da EMC, hoje dispomos de mais de 20 mil caixas postais em produção no Data Center instalado em nossa unidade Alphaville, em Barueri (SP). Os clientes já podem se beneficiar desse serviço, pagando por caixa-postal utilizada e com um SLA que garante o bom atendimento aos usuários”, sintetiza o diretor adjunto de Hardware, Software & Services da CPM Braxis Capgemini, Maurício César Luiz.
Mundialmente, a parceria entre as duas empresas existe desde 2002, quando começaram a oferecer, em conjunto, serviços de armazenamento pay-as-you-go. Em 2010, a EMC reconheceu a Capgemini como Parceira do Ano pelo segundo ano consecutivo. A premiação distinguiu a qualidade de serviços profissionais e o compromisso da Capgemini em todo o mundo ao cliente.
Cloud computing não é tendência
CRN Brasil
É necessidade. Dessa forma podemos concluir a apresentação “Perspectivas do mercado de tecnologia da informação no Brasil” do consultor de mercado sênior da Frost & Sullivan, Fernando Belfort.
Em recente estudo da consultoria – que teve uma prévia apresentada durante a edição 2011 da Futurecom -, onde foram entrevistadas 50 empresas de grande porte em todo o território nacional, todo o processo que envolve a adoção de cloud computing, assim como as tendências de investimento nos próximos anos, foram postos na mesa. “Falamos com todos os CIOs dessas grandes empresas e apenas 10% deles consideram excelentes seus conhecimentos em nuvem”, afirmou o Belfort. “Esse número é muito baixo, frente a mercados maduros, como é o caso dos EUA”.
Segundo o consultor, estudar a computação na nuvem e maximizar a segurança da informação são as prioridades das agendas dos CIOs dessas companhias. “Eles (CIOs) ainda estão procurando entender no que estão se metendo, vendo quais os provedores de cloud, o que eles fazem, como fazem e, principalmente, como a segurança é tratada por eles”, explicou.
“Dois terços das empresas que a Frost (& Sullivan) entrevistou disseram que vão sim investir na nuvem, ou seja, 66% das empresas de grande porte vão movimentar seus negócios em direção à nuvem”, contou.
Ainda de acordo com os fragmentos do estudo da consultoria que foram disponibilizados hoje, 78% dos CIOs veem a segurança como o principal ponto para a adoção da computação na nuvem, seguido pelo preço, onde 46% enxergam como ponto importante na escolha de um provedor. “O que é ponto de acordo entre todos os executivos, é que a adoção da computação na nuvem é extremamente importante para a continuidade dos negócios”, lembrou.
Qual nuvem optar?
Quanto ao formato ideal para adoção da computação na nuvem, Fernando Belfort apresentou dados onde 70,4% dos CIOs preferem optar pela nuvem privada, 18,5% pela pública e 11,1% optariam pela híbrida. “66% das empresas de grande porte do País pretendem investir em soluções na nuvem no curto prazo. Ao longo prazo, falamos de 2012, esperasse que a nuvem híbrida penetre ainda mais no mercado, chegando a 18% das escolhas dos CIOs, jogando para 60,6% a preferência pela privada”, examinou.
De acordo com Fernando, o SaaS ainda é a principal motivação para a adoção da computação na nuvem pelas companhias. “Até 2012, a penetração desse tipo de serviço na cloud será de 88%”, afirmou. “Hoje, 85% das companhias buscam a nuvem para aplicar o SaaS”.
Tendência
Segundo o consultor da Frost & Sullivan, a vertical de Comunicações Unificadas está em crescente discussão dentro das companhias, e promete ser a próxima área de expansão e estudos focados no mundo da TI. “Devido ao grande crescimento das cidades e, consequentemente, o trânsito caótico que essa expansão causa, as companhias querem utilizar ferramentas que cortem os custos, otimizem o tempo e obtenham resultados de forma mais rápida, através dessa nova modalidade de ‘proximidade’”.
Cloud computing tem papel fundamental no Windows 8
IDG News Service
Em evento para desenvolvedores, Microsoft revelou mais detalhes de como será a nova versão do sistema, fortemente influenciada pelos tablets.
No computador Windows do futuro, blocos “vivos” tomarão o lugar dos ícones, gestos baseados em toques substituirão os cliques do mouse e um “zoom semântico” aparecerá no lugar da árdua pesquisa entre menus e pastas.
Em uma demonstração para jornalistas e analistas, a Microsoft mostrou um beta de seu sistema de próxima geração, o Windows 8. O evento foi apresentado um dia antes da abertura de sua Conferência Profissional de Desenvolvedores Build em Anaheim, Califórnia (EUA), que ocorre nesta terça-feira (13/9).
Embora a Microsoft tenha revelado muitos dos recursos do Windows 8 em seus blogs e demonstrações anteriores, a apresentação da segunda-feira mostrou como esses elementos funcionarão juntos.
Audacioso
O Windows 8 é uma “reimaginação audaciosa” do Windows, disse Steven Sinofsky, presidente da divisão Windows. A experiência do usuário do Windows 8 será fundamentalmente diferente da oferecida por versões anteriores. Os usuários não terão mais que enxergar a tela como uma mesa de trabalho (dekstop). Nem terão de procurar menus no topo de caixas de aplicativos.
Esta mudança ocorre graças a uma nova interface de usuário, chamada Metro, que foi fortemente inspirada pela interface que a Microsoft criou para o Windows Phone 7, no qual as aplicações são acessadas por meio de toques em blocos.
Tela de abertura do Windows 8
A distinção entre um bloco e um ícone é sutil mas importante, segundo a Microsoft. “Os blocos são mais expressivos que ícones”, disse Jensen Harris, diretor de gerenciamento de programas para o Windows. “Ícones são o jeito de ontem de representar apps.” Os blocos vivos podem ser atualizados com novas informações. Um app de clima pode sintetizar a situação atual do tempo, um cliente de e-mail pode mostrar quantos novos e-mails chegaram.
Os blocos também podem ser organizados em grupos, para acesso mais fácil. Harris mostrou como os usuários podem agrupar diferentes conjuntos de aplicações, como games, sites de rede social, sites ligados ao trabalho e assim por diante.
Usando um gesto multitoque, um usuário pode dar zoom out para ver todos os grupos, ou zoom in para ver uma certa seleção. Harris chamou o processo de “zoom semântico”. Como os blocos, os grupos também podem ser movidos.
Nuvem
A cloud também tem um papel fundamental no Windows 8. O vice-presidente da Microsoft, Chris Jones, demonstrou alguns dos modos como o Windows 8 pode ser usado em conjunto com os serviços Live e SkyDrive.
O Windows 8 será capaz de unificar os dados da nuvem de diferentes fontes. O cliente de e-mail pode gerenciar mensagens de múltiplos clientes, e a aplicação de calendário pode reunir várias agendas em uma única visualização. A lista de contatos pode combinar contatos de múltiplos serviços. O cliente de mensagens instantâneas pode combinar vários serviços também.
O SkyDrive vai fornecer um modo de sincronizar informação entre vários dispositivos. Fotos, por exemplo, podem ser atualizadas automaticamente de um celular ou câmera digital e compartilhada com outros. Os usuários podem até usar o SkyDrive para acessar dados em um computador remoto.
Apps de precisão
A apresentação como desktop permanece parte do Windows, mas apenas para o que Sinofsky chamou de “apps de precisão”, ou aqueles que podem ser melhor operados por meio dos comandos precisos do mouse. Caem nessa categorias o Adobe Photoshop ou o próprio Gerenciador de Tarefas da Microsoft. A interface de desktop torna-se assim “apenas outra aplicação”.
Apps tradicionais de desktop, contudo, não serão capazes de rodar em máquinas baseadas em chips ARM – Sinofsky deixou isso claro durante uma sessão de perguntas e respostas. Como essas aplicações não serão capazes de aproveitar os recursos avançados do ARM, como a capacidade de ajustar o status de energia quando não é utilizado, faria pouco sentido fornecer um jeito de rodar tais aplicações em processadores ARM, disse.
Apps baseados na interface Metro, contudo, poderão rodar tanto em máquinas x86 como ARM. A Metro abstrai as duas plataformas de hardware em um conjunto de chamadas de sistema. Para construir apps Metro, os desenvolvedores podem usar tanto o framework XAML ou um conjunto de padrões da web, incluindo HTML5, JavaScript e CSS.
Os apps em si serão “imersivos”, quer dizer, eles poderão tomar toda a tela, disse Harris. O quadro cromado tradicional das aplicações foi eliminado, acrescentou. Um usuário poderá passar o dedo de cima a baixo da tela para ter uma lista dos comandos da aplicação na parte de baixo da tela.
Os apps também podem ser encontrados por meio de uma função de busca.
Charms
Os usuários também serão capazes de acessar um conjunto de utilitários comuns disponíveis para apps Metro, bastando correr o dedo para a esquerda. Esta ação vai produzir uma faixa no lado direito, com vários ícones, o que Harris chamou de “Charms”. Os Charms cobrem atividades comuns em todas as aplicações, como compartilhar, buscar ou interagir com outros dispositivos, como impressoras. A Microsoft fornece uma interface para deenvolvedores Metro terem suas aplicações interagindo com esses utilitários.
Por exemplo, com o charm “Sharing”, Harris mostrou como compartilhar uma página web com um amigo por meio de um site de redes sociais como o Facebook. Com o dedo, o usuário ativa o charm Sharing, que fornece uma lista de aplicações pelas quais o conteúdo pode ser compartilhado. Cada aplicação tem um conjunto de exigências para receber os dados compartilhados, chamado contrato, que permite que outras aplicações forneçam dados.
Apesar de sua interface imersiva, o Windows 8 vai oferecer a capacidade de rodar várias aplicações ao mesmo tempo. As aplicações podem ser movidas para uma barra lateral e chamadas quando necessário. Esta versão do Windows vai oferecer a capacidade de colocar os apps em “estado suspenso”, que salva seu estado e o impede de fazer outras chamadas ao sistema operacional, o que vai colaborar para reduzir o consumo de energia.
A Microsoft demonstrou vários outros recursos. Quando o usuário inicia seu aparelho, a tela de abertura vai mostrar a hora e a data atuais e algumas informações pessoais, como o número de novos e-mails, os próximos compromissos da agenda e assim por diante.
A verificação do usuário poderá ser feita por várias formas – via senha tradicional, por um número de identificação pessoal ou por foto. Com uma senha por foto, um usuário será apresentado a uma imagem familiar, como a do marido ou da esposa, e é solicitado a desenhar linhas imaginárias entre diferentes partes da foto com o dedo, tal como uma atividade de ligue-os-pontos. O acesso será liberado se o usuário reproduzir a sequência correta de movimentos.
Segurança em cloud começa no chão, não na nuvem
Computer World Canadá
Empresas devem aplicar metodologias que já usam em seus ambientes físicos para eliminar o desafio da proteção.
De alguns anos para cá, nada mudou. A segurança continua no topo da lista da preocupação das companhias que consideram migrar serviços ou ambientes para a nuvem. Reforça essa visão estudo da Symantec intitulado 2011 State of Security. Uma área de crescimento de investimento de TI, aponta, é a de cloud computing. A nuvem privada ainda está à frente da pública e a proteção do ambiente é ponto crítico para as companhias.
O levantamento indica ainda que virtualização, computação móvel e redes sociais são desafios para a segurança, de acordo com as organizações ouvidas.
Sean Doherty, vice-presidente e CTO de segurança da Symantec, afirma que a preocupação mais comum dos clientes envolve as informações. Segundo o executivo, ao passar os dados para fora, as organizações temem perder o controle.
“Temos sido solicitados para dar apoio em atividades como criptografia e gerenciamento de chaves. Também há forte demanda para o fornecimento de visibilidade e cumprimento do prestador de serviços em nuvem para certos padrões”, analisa Doherty.
Enquanto novos modelos de computação surgiram ao longo dos anos, a virtualização não é um fenômeno novo, diz Doherty, e a responsabilidade pela segurança não mudou. “Ela ainda encontra-se com a organização”, afirma. “O papel da Symantec é o de se certificar de que o cliente tem as ferramentas necessárias para realizar o gerenciamento virtual, ambientes físicos e de nuvem, proporcionando visibilidade e ferramentas para corrigir problemas”, pontua.
“A maioria dos nossos clientes tem uma mistura de ambientes físicos e virtuais, e precisamos criar soluções que atendam a ambas necessidades”, explica Doherty. “Nós, por exemplo, trabalhamos com a VMware e outros fornecedores para garantir que eles suportam funções que irão aumentar a nossa capacidade de oferecer segurança.”
Acordos de nível de serviço (SLAs) são outra preocupação de organizações que se mudam para a nuvem, avalia Tom Moss, diretor de produtos e serviços da Trend Micro Inc.
“Grande parte dos provedores de nuvem foca em questões de desempenho e disponibilidade dos dados”, analisa Moss.
Esse cenário coloca a segurança de volta sob a responsabilidade da organização. Moss afirma que o foco da Trend Micro é garantir que os aplicativos e os dados hospedados na nuvem têm toda a segurança necessária antes da migração para o ambiente de cloud. Há soluções, por exemplo, que realizam a criptografia de dados antes de eles irem para a nuvem, e ferramentas de monitoramento e auditoria para detectar e prevenir o acesso não autorizado.
“As organizações podem continuar a aplicar a política do ambiente físico ou virtual também na nuvem”, esclarece Moss. “Tentamos educar as pessoas sobre os limites do que os provedores de nuvem podem oferecer e o que é necessário para aumentar as cargas de trabalho para a nuvem com segurança”, completa.
É uma questão de gestão de riscos e educação, avalia Warren Shiau, diretor de pesquisa de tecnologia da Leger Marketing. O modelo híbrido, de acordo com ele, é o caminho que as organizações querem seguir, já que a pública ainda causa desconfiança.
“Não acredito que as preocupações com as nuvens públicas têm sido abordadas, e algumas delas provavelmente não serão afastadas porque há momentos em que uma empresa precisa que os dados estejam em casa e não passe para as mãos de terceiros”, opina Shiau.
Segurança é um grande tema e está claro que não há um consenso, avalia o presidente da VMware, Paul Maritz. O fornecedor está trabalhando em conjunto com seus parceiros para estabelecer um senso comum, mas Maritz acredita que outra chave para o enigma de segurança será a construção de um histórico de desempenho ao longo do tempo.
“Acredito que as preocupações de segurança serão um problema menor daqui para frente”, pontua Maritz.
Cloud computing não é tendência
CRN Brasil
É necessidade. Dessa forma podemos concluir a apresentação “Perspectivas do mercado de tecnologia da informação no Brasil” do consultor de mercado sênior da Frost & Sullivan, Fernando Belfort.
Em recente estudo da consultoria – que teve uma prévia apresentada durante a edição 2011 da Futurecom -, onde foram entrevistadas 50 empresas de grande porte em todo o território nacional, todo o processo que envolve a adoção de cloud computing, assim como as tendências de investimento nos próximos anos, foram postos na mesa. “Falamos com todos os CIOs dessas grandes empresas e apenas 10% deles consideram excelentes seus conhecimentos em nuvem”, afirmou o Belfort. “Esse número é muito baixo, frente a mercados maduros, como é o caso dos EUA”.
Segundo o consultor, estudar a computação na nuvem e maximizar a segurança da informação são as prioridades das agendas dos CIOs dessas companhias. “Eles (CIOs) ainda estão procurando entender no que estão se metendo, vendo quais os provedores de cloud, o que eles fazem, como fazem e, principalmente, como a segurança é tratada por eles”, explicou.
“Dois terços das empresas que a Frost (& Sullivan) entrevistou disseram que vão sim investir na nuvem, ou seja, 66% das empresas de grande porte vão movimentar seus negócios em direção à nuvem”, contou.
Ainda de acordo com os fragmentos do estudo da consultoria que foram disponibilizados hoje, 78% dos CIOs veem a segurança como o principal ponto para a adoção da computação na nuvem, seguido pelo preço, onde 46% enxergam como ponto importante na escolha de um provedor. “O que é ponto de acordo entre todos os executivos, é que a adoção da computação na nuvem é extremamente importante para a continuidade dos negócios”, lembrou.
Qual nuvem optar?
Quanto ao formato ideal para adoção da computação na nuvem, Fernando Belfort apresentou dados onde 70,4% dos CIOs preferem optar pela nuvem privada, 18,5% pela pública e 11,1% optariam pela híbrida. “66% das empresas de grande porte do País pretendem investir em soluções na nuvem no curto prazo. Ao longo prazo, falamos de 2012, esperasse que a nuvem híbrida penetre ainda mais no mercado, chegando a 18% das escolhas dos CIOs, jogando para 60,6% a preferência pela privada”, examinou.
De acordo com Fernando, o SaaS ainda é a principal motivação para a adoção da computação na nuvem pelas companhias. “Até 2012, a penetração desse tipo de serviço na cloud será de 88%”, afirmou. “Hoje, 85% das companhias buscam a nuvem para aplicar o SaaS”.
Tendência
Segundo o consultor da Frost & Sullivan, a vertical de Comunicações Unificadas está em crescente discussão dentro das companhias, e promete ser a próxima área de expansão e estudos focados no mundo da TI. “Devido ao grande crescimento das cidades e, consequentemente, o trânsito caótico que essa expansão causa, as companhias querem utilizar ferramentas que cortem os custos, otimizem o tempo e obtenham resultados de forma mais rápida, através dessa nova modalidade de ‘proximidade’”.
De: Infoexame
São Paulo – A gigante americana Amazon prepara a estreia de uma operação de hosting e computação em nuvem no Brasil.
A varejista deve anunciar oficialmente nas próximas semanas a estreia no país da Amazon Web Services, divisão da companhia que concorrerá diretamente com os maiores players do setor no Brasil, como Locaweb, Tesla, UOL e Alog.
Para estruturar a operação da empresa no país, a Amazon contratou o ex-gerente do Google e especialista no mercado de tecnologia para empresas, José Nilo.
Especialistas ouvidos pela INFO avaliam que a divisão de Web Services será apenas o primeiro investimento da companhia no Brasil. A varejista negocia com editoras brasileiras de livros seu ingresso no país no segmento de e-books, competindo com Saraiva e Cultura.
A chegada da Amazon ao Brasil e a estreia de outros grandes serviços como Netflix no país são tema da reportagem “As invasões bárbaras” publicada na INFO de setembro.
Segurança: backup em nuvem é confiável?
Por Lincoln Spector, PC World/EUA
Conheça três serviços on-line que oferecem, inclusive, a criptografia dos dados
Tenho recebido muitas dúvidas sobre como fazer backup online. “Com os hackers conseguindo invadir computadores do governo e de grandes empresas, eu também estaria em risco?” Esta é uma preocupação legítima, mas os serviços de backup on-line são tão seguros quanto qualquer outro serviço no mundo cibernético – desde que você tome as devidas precauções.
Verifiquei as políticas de segurança e criptografia de três serviços de backup on-line: Carbonite, IDrive e Mozy. Todos os três criptografam os arquivos no seu PC antes de enviá-los através de uma camada de conexão segura da Internet (SSL). Os arquivos permanecem criptografados até você precisar deles.
Os três serviços usam algoritmos de criptografia efetivamente à prova de bala – Blowfish ou AES. Sem a chave (em outras palavras, a senha), os arquivos são inacessíveis.
Os três dão também a opção de uso da sua própria chave, em vez da chave gerada por deles. nesse caso, como els não têm acesso a essa chave, mesmo que o servidor deles seja invadido, ninguém, além de você, poderá ler seus arquivos sem quebrar sua senha. Mas essa opção mais segura tem os seus custos. Se você perder ou esquecer sua senha, o backup estará inacessível; não haverá maneira de você recuperar a senha os ous dados codificados.
Outras características também podem não estar disponíveis. Por exemplo, é o acesso Anytime Anywhere da Carbonite só funciona com a chave da empresa.
E aqui está outro ponto a considerar: seus arquivos não precisam estar online para serem roubados. Seu computador e sua mídia de backup local tão propensos a roubo quanto o back-up on-line.
É por isso que recomendo sempre o uso do programa open-source TrueCrypt, para proteger seus arquivos sensíveis de olhos curiosos, adicionando proteção tanto em casos de computadores roubados, quanto de serviços de backup “hackeados”.
Magic Software desenvolve solução para Salesforce.com
Decision Report
Muito vago, mas vai a divulgação!
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A Magic Software, fornecedora global de plataformas de aplicações e soluções para integração de negócios em nuvem ou instaladas no próprio cliente (on premise), anunciou o lançamento do iBOLT Starter Edition for Salesforce, que visa projetos de integração rápida e econômica do CRM na nuvem com sistemas legados em empresas de pequeno e médio portes.
O iBOLT Starter Edition é uma edição de entrada da plataforma de integração especialmente desenhado para ser usado em projetos Salesforce.com com até 50 usuários. Todos os outros recursos, capacidades e utilitários da plataforma estão incluídos nesta versão, permitindo que as empresas possam se beneficiar da integração total com seus sistemas de back-end, ou com qualquer aplicativo Salesforce.com ou Salesforce Chatter (aplicação de rede social corporativa) a um preço acessível.
O iBOLT Starter Edition para Salesforce.com estará disponível a partir de licença fixa ou assinatura e será oferecido pelos parceiros Magic Software no Brasil. No Brasil, a plataforma de integração possui presença em vários projetos e também é a base tecnológica para a primeira Fábrica Nacional de Projetos de Integração. Trata-se de uma iniciativa da Add Technologies e Magic Software para execução de projetos de elevada capacidade de solução das demandas de gestão, dos processos vitais das administrações pública e privada, nas áreas de infraestrutura, entrega de serviços públicos, educação, saúde, logística e transporte
HP lança inovações em rede para virtualização e cloud
Decision Report
A HP apresentou uma série de melhorias em sua arquitetura HP FlexNetwork, com o objetivo de otimizar o desempenho de ambientes virtualizados e em nuvem, simplificando o gerenciamento e a complexidade de rede. A fim de aumentar a entrega de aplicações e serviços por meio da virtualização e computação em nuvem, a HP aprimorou a conectividade, comutação, gerenciamento, segurança e serviços de servidores da arquitetura HP FlexNetwork, com sua abordagem de rede unificada nos data centers, campi e filiais.
O objetivo é mostrar às organizações que manter uma infraestrutura de rede com múltiplas camadas cria um lock-in que eleva os custos e a complexidade de gerenciamento. Logo, a implantação de novas aplicações e serviços torna se um processo difícil e lento, reduzindo a produtividade geral.
Com base na arquitetura HP FlexNetwork, as soluções HP FlexFabric para data centers incluem o HP Virtual Connect e switchs HP das séries 5800 e 12500. Essas soluções eliminam camadas de rede desnecessárias e gargalos dispendiosos com uma rede de um nível que fornece conexões diretas com milhares de componentes virtuais, físicos e de armazenamento. Fornece aos clientes melhor desempenho das máquinas virtuais (MV) e maior desempenho de aplicação com o novo HP 5830 top-of-rack switch series, que possui conectividade de acesso ao servidor de alta densidade.
Já o HP Virtual Connect, o primeiro a utilizar a tecnologia wire-once no mundo, revolucionou a maneira como servidores e MVs são conectados a redes, eliminando 95% dos cabos de rede e reduzindo custos em até 65%. Tendo sido adotado rapidamente desde a sua introdução em 2007, o Virtual Connect passou recentemente a marca de 5 milhões de portas, e é responsável por 16,2% de todas as portas de 10Gb entregues em todos o mundo.
O HP Intelligent Management Center (IMC 5.1) é a primeira plataforma de gerenciamento de rede que pode lidar tanto com ambientes virtuais como ambientes físicos em redes heterogêneas. Ele descobre automaticamente as MVs e os interruptores, e identifica sua relação com a rede física, permitindo que os clientes simplifiquem a administração e tenham o controle de seus ativos.