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Archive for Outubro 2011

“Nós estamos desenvolvendo o Windows Server 8 em torno da nuvem”, afirmou Ballmer

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por: CRN Brasil

“Estamos no momento de inovar e repaginar os negócios”, afirmou o CEO da Microsoft

A Microsoft não está apenas repaginando o Windows com o lançamento do Windows 8, mas toda a companhia está se transformando ao redor da nuvem. A afirmação partiu de Steve Ballmer, durante o Dell World, em sua apresentação.

“Nós estamos pensando sobre data center e noções de cloud pública e híbrida são de extrema importância”, disse o CEO da Microsoft. A Microsoft está construindo suas soluções a partir da visão de que mais usuários finais vão fazer workloads mais pesados para a nuvem nos próximos anos, de acordo com Ballmer.

“A capacidade de construir não só um data center virtualizado, mas sim um onde você pode gerenciar os modelos de nuvem é fenomenal”, afirmou o CEO. “Isto será um movimento real para muitos, levando várias aplicações chaves para a nuvem. Nós observamos isso com o Office 365. Nossos concorrentes estão vendo isso no CRM deles. Mas eu não estou dizendo que você vai conectar seu backbone ou seu sistema de distribuição na nuvem. Ainda é muito cedo para isso”, disse.

De acordo com Ballmer, é provável que as empresas busquem complementar a gestão dos negócios, compartilhando aplicações e extensões com parceiros e clientes, para que seja utilizado por alguns dias. “Nesse caso, faz sentido colocar na nuvem”, complementou.

“Nós veremos essa migração nos próximos dez anos. Isso significa que nós precisamos ter a infraestrutura da nuvem funcionando. Nós precisamos do Active Directory nos dois ambientes para audar com a segurança. Nós precisamos do Visual Studio para a portabilidade de aplicações, também nos dois ambientes. Estamos repaginando o Windows não só como servidor, mas também no Azure”, contou.

“Estamos no momento de inovar e repaginar os negócios”, acrescentou Ballmer. De acordo com Brian Surace, gerente sênior do Windows – que subiu no palco junto ao CEO durante o Dell World -, disse que o Windows Server 8 poderá rodar 32 processadores virtuais em uma única máquina, e suporta mais de 512 GB de memória e um único HD de 16 TB para workloads de alta escala. “Nós queremos a migração em tempo real, sem limites. Mover de um host para o outro sem problemas, sem hardwares especializados”, afirmou Surace.

Escrito por Flavio Henrique

Outubro 19, 2011 em 9:20 pm

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por: Decision Report

O Grupo Capgemini, uma das principais fornecedoras mundiais de tecnologia, consultoria e outsourcing, e a EMC Corporation, líder mundial em capacitar empresas e provedores de serviços a transformar suas operações e fornecer TI como um serviço – anunciam uma aliança estratégica global para identificar e desenvolver serviços de tecnologia da informação baseados em Cloud Computing. No Brasil, a parceria com a CPM Braxis Capgemini (parte do Grupo francês) reforçará a oferta de consultoria, soluções e serviços, para que o processo de convergência dos clientes continue com total segurança e agilidade.

O acordo está relacionado à crescente demanda global por este modelo de serviço. De acordo com a analista Forrester Research Inc., o mercado mundial de Cloud Computing crescerá de US$ 40,7 bilhões em 2011 para mais de US$ 241 bilhões em 2012. Já os negócios em soluções privadas terão um aumento dos atuais US$ 7,8 bilhões para US$15,9 bilhões no próximo ano. Ao adotar o modelo de computação em nuvem, a Forrester prevê uma redução de custos em até 74% dos investimentos realizados para a implementação de infraestrutura e operações, incluindo despesas com equipe, instalações, consumo de energia e migração de dados.

A oferta conjunta baseia-se no modelo de Storage-as-a-Service (Armazenamento como Serviço). Para isso, a Capgemini e a EMC desenvolveram uma arquitetura comum e sincronizada, com a proposta de fornecer análises de custos e níveis de serviços previsíveis. Esse modelo reduz a complexidade do planejamento e aumenta a agilidade dos negócios. Ainda, no final de 2011, estará disponível o modelo de Messaging-as-a-Service (Comunicação Eletrônica como Serviço), bem como outras ofertas a serem anunciadas nos próximos meses.

Com a aliança, as ofertas permitirão que os clientes reduzam seus custos no processo de gestão organizacional, por meio de soluções de gerenciamento remoto dinâmico, tais como Business Intelligence (BI) e Enterprise Performance Management (EPM), proporcionando um aumento na agilidade de suas atividades diárias e com menos gastos operacionais.

No Brasil, a aliança estimulará a  migração das operações de sua carteira de clientes para a plataforma de Cloud Computing como serviço. “Nossa oferta de e-mail em uma nuvem privada é a materialização desse projeto. Utilizando as tecnologias da EMC, hoje dispomos de mais de 20 mil caixas postais em produção no Data Center instalado em nossa unidade Alphaville, em Barueri (SP). Os clientes já podem se beneficiar desse serviço, pagando por caixa-postal utilizada e com um SLA que garante o bom atendimento aos usuários”, sintetiza o diretor adjunto de Hardware, Software & Services da CPM Braxis Capgemini, Maurício César Luiz.

Mundialmente, a parceria entre as duas empresas existe desde 2002, quando começaram a oferecer, em conjunto, serviços de armazenamento pay-as-you-go. Em 2010, a EMC reconheceu a Capgemini como Parceira do Ano pelo segundo ano consecutivo. A premiação distinguiu a qualidade de serviços profissionais e o compromisso da Capgemini em todo o mundo ao cliente.

Escrito por Flavio Henrique

Outubro 18, 2011 em 10:23 pm

Cloud computing não é tendência

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CRN Brasil

É necessidade. Dessa forma podemos concluir a apresentação “Perspectivas do mercado de tecnologia da informação no Brasil” do consultor de mercado sênior da Frost & Sullivan, Fernando Belfort.

Em recente estudo da consultoria – que teve uma prévia apresentada durante a edição 2011 da Futurecom -, onde foram entrevistadas 50 empresas de grande porte em todo o território nacional, todo o processo que envolve a adoção de cloud computing, assim como as tendências de investimento nos próximos anos, foram postos na mesa. “Falamos com todos os CIOs dessas grandes empresas e apenas 10% deles consideram excelentes seus conhecimentos em nuvem”, afirmou o Belfort. “Esse número é muito baixo, frente a mercados maduros, como é o caso dos EUA”.

Segundo o consultor, estudar a computação na nuvem e maximizar a segurança da informação são as prioridades das agendas dos CIOs dessas companhias. “Eles (CIOs) ainda estão procurando entender no que estão se metendo, vendo quais os provedores de cloud, o que eles fazem, como fazem e, principalmente, como a segurança é tratada por eles”, explicou.

“Dois terços das empresas que a Frost (& Sullivan) entrevistou disseram que vão sim investir na nuvem, ou seja, 66% das empresas de grande porte vão movimentar seus negócios em direção à nuvem”, contou.

Ainda de acordo com os fragmentos do estudo da consultoria que foram disponibilizados hoje, 78% dos CIOs veem a segurança como o principal ponto  para a adoção da computação na nuvem, seguido pelo preço, onde 46% enxergam como ponto importante na escolha de um provedor. “O que é ponto de acordo entre todos os executivos, é que a adoção da computação na nuvem é extremamente importante para a continuidade dos negócios”, lembrou.

Qual nuvem optar?

Quanto ao formato ideal para adoção da computação na nuvem, Fernando Belfort apresentou dados onde 70,4% dos CIOs preferem optar pela nuvem privada, 18,5% pela pública e 11,1% optariam pela híbrida. “66% das empresas de grande porte do País pretendem investir em soluções na nuvem no curto prazo. Ao longo prazo, falamos de 2012, esperasse que a nuvem híbrida penetre ainda mais no mercado, chegando a 18% das escolhas dos CIOs, jogando para 60,6% a preferência pela privada”, examinou.

De acordo com Fernando, o SaaS ainda é a principal motivação para a adoção da computação na nuvem pelas companhias. “Até 2012, a penetração desse tipo de serviço na cloud será de 88%”, afirmou. “Hoje, 85% das companhias buscam a nuvem para aplicar o SaaS”.

Tendência

Segundo o consultor da Frost & Sullivan, a vertical de Comunicações Unificadas está em crescente discussão dentro das companhias, e promete ser a próxima área de expansão e estudos focados no mundo da TI. “Devido ao grande crescimento das cidades e, consequentemente, o trânsito caótico que essa expansão causa, as companhias querem utilizar ferramentas que cortem os custos, otimizem o tempo e obtenham resultados de forma mais rápida, através dessa nova modalidade de ‘proximidade’”.

Escrito por Flavio Henrique

Outubro 11, 2011 em 1:45 am

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