Saas – Software como Serviço

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Tablets podem alavancar mercado de armazenamento na nuvem

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Computerworld/EUA

Novos dispositivos móveis podem fazer crescer a procura por serviços de sincronização de dados em múltiplas plataformas por meio da nuvem.

A rápida disseminação de dispositivos como os tablets iPad, da Apple, e Slate, da HP, está desenhando no mercado uma grande oportunidade para empresas que prestam serviços de armazenamento online. As plataformas móveis já disseminadas, como smartphones, já despertam no usuário o desejo de possuir os dados na nuvem para sincronizá-los através de múltimplas plataformas móveis. Com dispositivos mais podersos, mas ainda com pouca capacidade de armazenamento interno, a tendência só vai aumentar.

A flexibilidade proprocionada pelo armazenamento na nuvem “não é apenas conveniente, mas uma necessidade quando se lida com dispositivos de armazenamento limitado”, diz o analista de dispositivos de consumo na empresa de pesquisa Current Analysis, de Virgínia (EUA), Avi Greengart. “Se você tiver um dispositivo baseado em memória flash, não vai querer sincronizar tudo”.

A maioria dos tablets hoje usa a tecnologia flash NAND para oferecer capacidade de memória limitada, geralmente de 64GB ou menos. Os iPads, por exemplo, estão disponíveis com drives flash de 16GB, 32GB e 64GB. A HP divulgou na última semana que se próximo computador tablet Slate estará disponível ainda este ano, com drives de 32GB ou 64GB.

Greengart afirmou que não espera um grande incremento na capacidade de armazenamento, como hoje têm os netbooks e desktops, já que eles serão construídos mais para consumir dados do que para criá-los.

Os usuários dos tablets já possuem escolhas entre provedores de armazenamento baseados em nuvem. Nos Estados Unidos, players importantes estão no mercado, como Box.net, Live Mesh, JungleDisk, DropBox e SkyDrive. Além de oferecer serviços de armazenamento, alguns desses fornecedores permitem aos usuários sincronizar pastas e arquivos entre vários dispositivos.

O analista da Gartner Inc., Adam Couture, concorda que o uso crescente de tablets pode levar a um crescimento significativo do mercado de serviços de armazenamento. “Algumas pessoas já utilizam esse serviço apesar de já possuirem discos rígidos podersos em suas máquinas. Mas com esses novos produtos, a nuvem pode se tornar opção preferencial”, assinala.

A oferta do iPad já mexeu com os fornecedores. Segundo Couture, muitos provedores agiram rapidamente com o lançamento do produto da Apple. O provedor norte-americano SugarSync, por exemplo, anunciou um aplicativo que permite que os usuários iPad sincronizem e compartilhem arquivos, fotos, músicas e vídeos armazenados na nuvem.

Os usuários podem optar por sincronizar um único arquivo, em vez de uma pasta inteira, entre qualquer combinação de computadores com sistema Mac, Windows, smartphones, etc. Esse conteúdo pode ser acessado remotamente, sem a utilização de armazenamento em bordo. Além disso, vídeo, música ou jogos podem ser transmitidos para todos esses equipamentos a partir dos servidores da SugarSync.

Como outros serviços de fornecedores de armazenamento online, a SugarCync tem um plano gratuito de 2GB. Os usuários podem atualizar para uma capacidade de até 500GB nos planos corporativos. “Quando você instala o SugarSync, pode escolher qualquer pasta ou arquivo que você deseja sincronizar”, disse Drew Garcia, vice-presidente de gerenciamento de produtos da SugarSync.

Enquanto isso, a unidade da Rackspace Cloud lançou na última semana uma aplicação gratuita IPad que permite aos usuários gerenciar seus servidores. A ferramenta possibilita aos trabalhadores CloudPro usarem um IPad para monitorar, criar backups, reiniciar ou eliminar servidores.

Escrito por Flavio Henrique

Abril 15, 2010 em 10:23 pm

Salesforce.com apresenta aplicativos integrados ao Chatter

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IDG News Service

Nova ferramenta, que apresenta recursos similares aos do Facebook, agora pode ser integrada gratuitamente a outros produtos de parceiros da companhia.

A Salesforce.com integrou seu aplicativo Chatter, que possui funções similares às da rede social Facebook, a uma série de produtos de parceiros. Desta forma, a empresa prepara o cenário para um novo padrão na experiência do usuário com softwares de negócios, afirmou a empresa nesta quinta-feira (8/4).

Este ano, o Chatter passou por um programa de testes privado e agora foi aberto para cerca de 500 companhias, incluindo 250 usuários da plataforma de serviços para consumidores Service Cloud 2. Até o final do ano, todos os clientes do Salesforce.com devem receber acesso ao Chatter sem custos adicionais.

A companhia também abriu uma seção ChatterExchange para aplicativos que usam o Chatter no site AppExchange. Mais de uma dúzia de aplicativos preparados para o Chatter e desenvolvidos por parceiros já estão disponíveis, incluindo ofertas do DocuSign, FinancialForce.com, Appirio e Genius.com

Além disso, mais de 15 outras ferramentas estão disponíveis gratuitamente no site Force.com Labs. Entre elas estão o Case Triage, Mass Follower e Chatter + Google Alerts.

Entre os recursos similares aos de redes sociais, o Chatter apresenta atualização de status de pessoas ou aplicativos e compartilhamento de documentos. Em uma demonstração, a Salesforce mostrou como prestadores de serviços ao consumidor podem usar o Chatter para acompanhar casos de alta prioridade e trabalhar com seus funcionários em um caso.

Escrito por Flavio Henrique

Abril 13, 2010 em 12:33 am

Cloud computing representará até 10% das receitas da Diveo em 2010

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Provedora fortalece sua estratégia de computação em nuvem com a oferta de nuvens compartilhadas e novas soluções sob demanda
 

A Diveo é outra provedora de TI que não quer perder o bonde da computação em nuvem – buzzword que circula há um bom par de anos. A companhia reforça sua estratégia a partir de lançamentos nessa direção e espera que a venda de tecnologia como serviço responda por até 10% de suas receitas ao final de 2010.

“Passamos praticamente um ano para ver como posicionaríamos nossas ofertas de cloud”, conta Marcos Rodrigo, diretor de produtos da provedora, que avaliou a estratégia de seus concorrentes locais para direcionar seus esforços. A postura explica um pouco o porquê de a empresa entrar apenas agora com mais força no conceito, uma vez que UOL Host, Locaweb e Tivit já anunciaram seus esforços.

O delay, explica o executivo, deve-se em grande parte à decisão da companhia de quê os serviços oferecidos “em nuvem” deveriam complementar o portfólio da companhia. “Não queremos ser, apenas, um vendedor de máquinas virtuais”, diz o diretor da empresa que comercializa esse tipo de serviço há alguns anos.

Agora, a companhia criou uma nuvem pública para compartilhamento de recursos. A primeira oferta é o Virtual Hosting. Segundo a provedora, a solução já é usada por quatro grandes clientes e a expectativa é triplicar o número de usuários nos próximos três meses.

Na visão de Rodrigo, o lançamento coloca mais um pilar na estratégia de cloud computing da provedora, que já ofertava aplicações de CRM e Exchange como serviço (SaaS, na sigla em inglês) e infraestrutura sob demanda. Agora, a empresa está apta a vender, também, plataforma.

“Já temos um planejamento em andamento, que inclui um roadmap de lançamento de produtos e soluções. Além de estreitar e ampliar o relacionamento com parceiros importantes”, comenta Rodrigo, sinalizado que uma solução de comunicações unificadas sob demanda encontra-se em desenvolvimento, devendo ser lançada até o final do ano.

Escrito por Flavio Henrique

Abril 9, 2010 em 12:29 pm

SaaS muda relação entre clientes e fornecedores, diz consultoria

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TI Inside

O interesse nas empresas na compra de serviços e tecnologia sob demanda não é novo, mas a crescente popularidade da venda de software como serviço (SaaS) tem impulsionado esta forma de negociação. Segundo análise da IDC, os clientes estão cada vez mais em busca de modelos de negócios em que se paga exclusivamente pelos recursos utilizados, e não por um pacote completo, e isso deve redefinir os caminhos da indústria de software.

Para a diretora de pesquisas da consultoria, Amy Konary, o mercado chegou num momento em que o produto tem praticamente o mesmo preço do serviço, permitindo aos clientes buscar infraestruturas de TI “heterogênas”. Em contrapardida, Amy aponta que os fornecedores devem se inteirar e participar das atividades de seus clientes para fornecer serviços melhores e mais apropriados para cada solicitação. “Uma vez que o fornecedor entenda como o cliente está usando o seu software, será mais fácil determinar a métrica que é mais apropriada para a medição da cobrança por uso”, analisa a IDC.

A pesquisa da IDC indica que o mercado está caminhando para um modelo de produtos flexíveis e adaptáveis de acordo com a necessidade de cada cliente. Entretanto, a consultoria observou que o movimento em direção a uma maior flexibilidade de preços apresenta uma série de desafios tanto para os clientes quanto para os fornecedores. Entre estas, a empresa de pesquisas cita o aumento da complexidade das aplicações, a necessidade de ferramentas para medir a utilização, as preocupações sobre o impacto das receitas e custos, e o destino do ecossistema de parceiros que tem base em noções tradicionais de valor. “À medida que os clientes continuam a pressionar para abordagens mais flexíveis de licenciamento, a IDC espera que algumas das práticas predominantes que representam o status quo no setor de software terão de ser rompidas”, argumentou Amy, ressaltando que a maioria dos sistemas existentes, simplesmente não atendem as exigências e complexidades de um modelo de pagamento sob demanda de uso.

Escrito por Flavio Henrique

Março 16, 2010 em 1:10 pm

Informatica Corporation migra armazenamento de dados para nuvem

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 Informatica Corporation anuncia a solução Informatica Data Archive Cloud Store, que tem a proposta de auxiliar a área de TI das empresas a integrar sua computação em nuvem ao ecossistema de armazenamento. A disponibilidade da infraestrutura como serviço (IaaS) tem o objetivo de arquivar, na nuvem, informações de bancos de dados e aplicativos com segurança.

A solução é compatível com praticamente todos os tipos de dados estruturados, inclusive bancos de dados relacionais, aplicativos empresariais e datawarehouses. Ela também inclui um serviço otimizado de acesso a dados na Amazon EC2 para consultas e recuperação de informações alocadas no serviço Amazon S3.

O Informatica Data Archive Cloud Store preserva o acesso aos dados arquivados, por meio de consulta SQL padrão, relatórios e outras ferramentas de descoberta destinadas aos usuários. Também distribui automaticamente a carga de processamento para contrabalançar picos de utilização quando os requisitos de relatórios são maiores, durante a fase de eDiscovery ou as auditorias de conformidade.

Escrito por Flavio Henrique

Março 2, 2010 em 2:05 pm

Tallard aposta em venda de storage como serviço

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Reseller Web

Embora desenvolvida para corporações de grande porte, com demanda de armazenamento na faixa de 30 TB ou mais, a solução pode atender médias
 

De olho na ascensão do modelo de venda de software como serviço, a distribuidora Tallard anuncia que passa a comercializar as soluções de storage da Brastorage que estão dentro desse escopo. A distribuidora espera que 5% do seu faturamento, em 2010, seja proveniente dessa comercialização.  

A companhia destaca que o pagamento de modalidades como serviço permite a implementação de projetos onde não há um budget inicial alocado. Outra vantagem é que a solução fica fisicamente instalada no cliente e passa a ser atualizada constantemente do ponto de vista tecnológico.

Embora desenvolvida para corporações de grande porte, com demanda de armazenamento na faixa de 30 TB ou mais, a proposta do storage as a service é de poder atender também as solicitações das empresas de médio porte, com o diferencial de fornecer a solução a um preço final significativamente mais competitivo do que os modelos tradicionais.

Escrito por Flavio Henrique

Fevereiro 17, 2010 em 11:06 pm

Por que você precisa de uma estratégia em SaaS?

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InformationWeek  USA

Muitos CIOs ainda tratam essa modalidade como algo sazonal; mas essa visão tende a mudar com o aumento do uso do software como serviço
 

Os líderes de tecnologia, em algum momento, irão se deparar com uma inundação de cloud computing, trazida pelo marketing dos fornecedores, novos serviços e mesmo por questionamentos partidos dos CEOs querendo entender a “estratégia para nuvem”. Muito dessa amostragem está centrado no tipo de serviço de computação cobrada por hora como os ofertados pela Amazon.com e outros vendedores, mas grande parte das empresas está apenas começando a ponderar essa questão.

Entre todas as aspirações, algumas têm notado o poder e a força que software como serviço (SaaS, da sigla em inglês) tem ganhado. O impacto que SaaS terá nas organizações de TI será profundo, assim como também será para os gestores, desta forma, é preciso atestar se nossas empresas estão prontas para isso.

Embora a modalidade como serviço deixa a parte de instalação e manutenção nas mãos do provedor do serviço, fazendo com que recursos sobrem para outros projetos, a TI fica destacada para dar cabo de outros assuntos como segurança de dados, compliance e disponibilidade. Aplicativos SaaS não são algo apenas bom de ter. Pelo menos três terços das companhias que utilizam software como serviço consideram essas aplicações extremamente ou criticamente importantes para suas organizações; pelo menos é o que mostra o levantamento InformationWeek Analytics, que ouviu 281 responsáveis pela tecnologia, incluindo 131 que já adotaram o modelo. Pelo menos um terço descreveu suas aplicações SaaS como missão crítica.

Apesar da importância, muitos líderes de TI tratam SaaS como algo sazonal. Entre os que já utilizam esse formato em suas infraestruturas, 59% acredita tratar-se de um ponto de solução tática, enquanto apenas 32% considera SaaS como parte da estratégia de longo prazo. Os CIOs terão mais do software as a service quando colocá-lo como parte da arquitetura corporativa.

Por que SaaS é necessário? A principal razão citada por 37% dos usuários de software como serviço foi a rapidez na implementação. Como as companhias estão saindo da recessão, e com demandas para novas possibilidade e em muitos casos uma equipe de TI mais enxuta, esse fator poderia ser apresentado como o mais importante. Velocidade de implantação é seguida de economia de recursos, citada por 28% dos entrevistados. Em terceiro lugar veio economia com despesas operacionais, levantada por 25%.

SaaS não é algo universal. Mas para cerca de 47% dos nossos entrevistados que utilizam essa modalidade, software as a service tem sido útil para muito além de automação da força de vendas e CRM. Recursos humanos, web presence, e-mail, service desk, colaboração, finanças e aplicativos de backup são usados por ao menos um quarto dos clientes de SaaS. Na minha empresa, Fusion PPT, usamos SaaS para 100% de nossas aplicações corporativas. Passando por billing, time sheet, gerenciamento de pipeline de vendas e e-mail não somos donos de um único servidor ou licença de software.

Nós aderimos ao SaaS por diversas razões muitas das quais citadas pelos entrevistados, como redução de custos e agilidade na implementação. Mas outro benefício, que crescerá muito em importância, é a demanda dos empregados por mobilidade. Software como serviço forçará as organizações de TI a disponibilizarem mais aplicativos de forma segura para acesso fora do ambiente corporativo, podendo ser via escritório remoto, na rodovia, por meio de um smartphone ou de um PC em casa. A demanda por acesso remoto poderá ultrapassar a habilidade da TI em entregar aplicativos para uma variedade de plataformas. Para aplicativos baseado em navegadores, acesso móvel é o nome do desafio.

Para metade dos participantes da pesquisa que não aderiu ao SaaS, segurança surge como uma das principais barreiras: 39% citou como maior obstáculo. No entanto, uma boa parcela se baseou no fato de não conhecer muito sobre a modalidade. Talvez, essa febre em torno de computação em nuvem tenha deixado para trás a necessidade de explicar mais sobre o simples SaaS. Estou em contato com fornecedores de SaaS e eles dizem que segurança, privacidade e portabilidade são as três principais objeções ouvidas. Portabilidade possivelmente será uma das maiores preocupações neste ano, já que mais companhias colocarão dados nestes aplicativos.

Telium e Sonicwall se unem para vender HaaS

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Por Reseller Web

Previsto ainda para o início do atual trimestre, solução integrada terá suporte da Telium

Dedicada ao mercado de telecomunicações, a Telium Networks se alia à fabricante de equipamentos de segurança da informação SonicWALL.

A parceria dita que a Telium irá fornecer serviço de gerenciamento de segurança, integrando software e o hardware da SonicWALL.

Com ofertas previstas ainda para o primeiro trimestre do ano, as parceiras já estão em trabalho conjunto no desenvolvimento de estratégias de marketing, treinamento e certificação da equipe de atendimento da Telium.

O produto resultante da união, segundo as empresas, será vendido como serviço, seguindo a tendência do HaaS (Hardware as a Service), e ofertado com gerenciamento completo do equipamento em regime 24×7.

As empresas informam ainda que a nova plataforma já está implantada como teste em alguns clientes estratégicos da Telium e que, em breve, estará disponível ao público geral em

Escrito por Flavio Henrique

Janeiro 18, 2010 em 11:57 pm

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Salesforce terá plataforma de colaboração corporativa

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Em conferência anual, companhia aponta para foco na integração entre redes sociais, ferramentas colaborativas e aplicativos corporativos 

É praticamente inevitável para uma companhia ignorar processos de colaboração, troca de ideias, redes sociais e outras funcionalidades que vieram com o apogeu da web 2.0, ainda que a empresa não tenha aplicado essa realidade ao seu dia a dia. A indústria assiste de perto a esta movimentação ávida para encontrar uma forma de ganhar sua fatia nessa chamada evolução social. E algumas têm conseguido algum sucesso. O Google tem capitalizado com sua plataforma Google Apps que, aos poucos, amplia presença no mercado empresarial e a Salesfoce.com, uma das pioneiras na oferta de programas no modelo software como serviço (SaaS, da sigla em inglês), mostra que está com os dois pés nesta era.

Prova dessa determinação é o lançamento do Salesforce Chatter, apresentado durante o Dreamforce 2009, conferência que a companhia realiza anualmente em São Francisco, Estados Unidos, cidade onde a empresa foi fundada, e que neste ano ocorre entre os dias 17 e 20 de novembro. Trata-se de uma espécie de Google Wave, mas totalmente voltado para o mundo das corporações. Como explica a própria empresa, o Chatter é, ao mesmo tempo, uma aplicação de colaboração corporativa e uma plataforma de desenvolvimento social. Por meio de uma interface aparentemente fácil, o funcionário pode acessar um aplicativo financeiro, observar dicas, criar fóruns, acessar redes sociais compartilhadas.

CEO da Salesforce diz que produtos das rivais são lentos ou complexos e caros 

De acordo com a companhia, os 135 mil aplicativos Salesforce se converterão para a plataforma social. Para Marc Benioff, CEO e chairman da empresa, o produto é uma forma de aproximar os funcionários da empresa, já que essas pessoas passam a acessar ferramentas que encontram fora da companhia e que podem contribuir com o processo de colaboração e inovação. É uma complexa combinação, em tempo real, de ferramentas de redes familiares e aplicativos empresariais dentro de um formato de compartilhamento seguro.

“Não conheço ninguém que discorde que Twitter e Facebook sejam fenômenos e trouxeram novas possibilidades para a indústria com meio bilhão de usuários. Eu uso Facebook e Twitter”, comentou Benioff, sobre a realidade das redes, diante de uma plateia formada por milhares de pessoas (foram 19 mil inscritos) entre analistas, clientes, jornalistas e desenvolvedores. “A mágica é levar a inteligência por meio da rede social. Une conteúdo, aplicativo e pessoas no mesmo espaço. Nas empresas, isso está separado. Por que não levar inteligência para as empresas? Você tem conteúdo por meio de compartilhamento de arquivo, intranet, Lotus Notes; tem aplicativo da Salesforce, Oracle, SAP e tem pessoas que utilizam e-mail, outlook e mensagem instantânea e porque não usar tudo isso junto?”, questionou o CEO da Salesforce.

De acordo com Benioff, a colaboração por meio do Chatter será tão fácil como ocorre no Facebook e os aplicativos “conversarão com o usuário”. Em relação à segurança e privacidade, ele esclareceu que a ferramenta traz funcionalidades que permitem determinar quem tem acesso à determinada apresentação que será compartilhada na rede, quais pessoas podem ingressar em um grupo recém criado. Os filtros funcionam inclusive para os aplicativos.

Logo após a apresentação que também marcou a abertura do evento, Benioff participou de um bate-papo com jornalistas. Ele explicou que a estratégia da companhia está, sobretudo, em criar produtos que possam ser integrados. Mas adiantou que, no caso do Chatter, “o primeiro passo é colocar o produto como a próxima geração de colaboração. Não é um software de rede social, é uma plataforma de colaboração e o segundo passo é diferenciar os produtos como CRM da plataforma de integração.”

Versões atualizadas
Além do lançamento do Chatter, a Salesforce.com apresentou versões atualizadas do Sales Cloud2 e Service Cloud2. Ambos produtos receberam ferramentas colaborativas e integração com redes sociais. Tudo para facilitar o trabalho, melhorar o desempenho das companhias e deixar tudo dentro do conceito integração e colaboração.

No caso do Service Cloud, Benioff avisou que se trata de uma nova geração de serviço ao cliente e apresentou um slide com dado creditado à Frost & Sullivan que, em 2009, a Salesforce terá 55% de market share em CRM no modelo SaaS. “Os contacts center estão desconectados e os clientes estão nas redes sociais. As empresas investem em SAP, Oracle e Microsoft, mas os clientes estão em outros lugares”, provocou o executivo.

O vice-presidente de marketing da companhia, Kraig Swensrud, mostrou que a Dell, por exemplo, adotou o CRM da Salesforce, já nesta nova era e lembrou que os usuários têm, na mesma tela, acesso a todos os canais como telefone, redes sociais, e-mail e site. “O sistema é totalmente integrado. Pode saber de onde e o que as pessoas estão falando. É possível fazer filtros por perfil de clientes ou produtos, por exemplo.”

IBM e AT&T anunciam serviços de computação em nuvem

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PC World (EUA)
Solução da IBM permite às empresas confrontar suas próprias informações de negócio com a base de dados da IBM; AT&T aposta na computação sob demanda.

A IBM e a AT&T anunciaram nesta segunda-feira (16/11) novos serviços para computação em nuvem. Ambas buscam competir por uma fatia de um mercado projetado de 46,4 bilhões de dólares, e que deverá crescer para até 150 bilhões nos próximos quatro anos.

Da IBM chega o serviço Smart Analytics Cloud, que se apóia nos petabytes de dados empresariais acumulados pela própria empresa ao longo dos anos. A IBM já adota o serviço internamente, sob o nome Blue Insight.

O Smart Analytics Cloud permitirá a seus clientes analisar a informação de seus próprios bancos de dados, e combiná-los com os dados dos servidores da IBM para extrair insights de negócio.

Sob demanda
Já o serviço de nuvem da AT&T, chamado AT&T Synaptic Computer Services, oferece poder computacional nos moldes da Computação-como-serviço (CaaS) e sob demanda.

A nuvem da AT&T é construída sobre a plataforam Sun Open Cloud e utiliza as APIs da Open Cloud, em conjunto com o ambiente virtual da VMware.

Ao contratar a nuvem da AT&T, os usuários contam com um portal de autosserviço, que permite requisitar poder computacional ou espaço de armazenamento de forma automática.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 18, 2009 em 10:39 pm

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