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Archive for the ‘Cloud’ Category

5 pesquisas sobre computação em nuvem

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Pesquisa muito bacana realizada pela Network World.

Algumas universidades americanas estão desenvolvendo projetos em torno da Cloud Computing, focando redução de custos, compartilhamento e segurança. Todos os pontos abordados são interessantes e, todas as iniciativas no meu entender, aplicam conceitos do formato de infra estruturas convencionais para a Cloud, menos uma – a recomputação, onde os dados não seriam armazenados e sim, quando necessário, reprocessados e entregues aos usuários. Este é realmente um foto novo e curioso.

Independente do sucesso das pesquisas, só o fato delas estarem acontecendo mostra o que esta por vim! Quando as universidades e institutos de pesquisas agem em torno da Cloud Computing e buscam agregar novos componentes a este conceito, se torna evidente que muitas inovações irão surgir e novas entregas ao mercado serão constituídas, mas sem dúvida alguma irão ajudar em tratar o tema na esfera estratégica, formando opinião e mudando a mentalidade de muitos líderes.

Vamos a nuvem!

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Por Network World, EUA
Framingham – Estudos mostram como cloud computing pode evoluir para tornar-se uma plataforma mais confiável e com menores custos.

Cloud computing é um conceito, não uma solução pronta. Prova disso são as milhares de pesquisa para o desenvolvimento de modelos que potencializem a possibilidade que a computação em nuvem oferece de reduzir custos e aprimorar a infraestrutura dos clientes. Confira cinco pesquisas que podem ditar novos rumos para a plataforma.

Nebulas

Pesquisadores da Universidade de Minessota investigam um modelo de fornecimento de cloud computing cuja principal característica é a distribuição de recursos ociosos para a formação de nébulas, ou seja, conjunto de nuvens. Ainda está no papel, mas promete ser uma solução ideal para empresas como Amazon, IBM e Google, que possuem grande número de servidores.

De acordo com pesquisadores, a oferta de nuvens neste formato poderia atender mais eficientemente o leque de necessidades das empresas, garantir escalabilidade geográfica de nós e reduzir o custo do serviço para o usuário.

Implantar um modelo como esse depende de muitos estudos e desenvolvimento de soluções que automatizem o gerenciamento, mas, segundo os pesquisadores, o conceito seria o ideal para complementar a oferta de nuvens e poderia até mesmo servir como caminho de transição para muitos outros modelos de serviços.

CloudViews

Com todas as questões que envolvem cloud computing, o assunto segurança é frequentemente levantado, principalmente quando se leva em conta que diversos consumidores de dados e aplicações compartilham os mesmos recursos de nuvens. Mas os pesquisadores da Universidade de Washington veem uma série de oportunidades no fato de serviços web e aplicações estarem tão próximas.

CloudViews é um sistema desenvolvido pelos pesquisadores da instituição, que facilita a colaboração por meio de compartilhamento de dados entre serviços devidamente protegidos.

Os pesquisadores descrevem, na pesquisa, que os fornecedores de nuvens públicas precisam facilitar esse tipo de colaboração para garantir o crescimento do mercado do desenvolvimento de novos serviços web.

 Plataforma de Cloud Computing criptografada

O laboratório Max Planck Institute for Software Systems, também preocupado com a questão da segurança, desenvolveu um modelo que possibilita aos fornecedores de infraestrutura como serviço, como a Amazon, oferecer ambientes em caixa fechada, garantindo que máquinas virtuais possam realizar execuções confidenciais no ambiente.

A plataforma proposta seria uma forma de assegurar aos consumidores que seus dados não estariam acessíveis ao fornecedor e possibilitaria que as empresas assegurassem a troca segura de dados, mesmo entre diferentes máquinas virtuais.
Infraestrutura virtual privada

Ainda na questão da segurança, John Krautheim, pesquisador da Universidade de Maryland no condado de Baltimore (EUA), propõe que consumidor e fornecedor dividam o gerenciamento dos riscos de segurança da infraestrutura em nuvens.

Segundo o pesquisador, isso é possível graças a um método que combina requerimentos do usuário e do fornecedor para permitir com que os clientes controlem a segurança de sua aplicação e das máquinas virtuais, enquanto deixa que o fornecedor preocupe-se com a segurança da parte física.

Krautheim diz que a abordagem proporciona uma sinergia de administração de segurança que pode ser muito eficiente se bem gerenciada nos dois lados. O sistema proposto inclui recursos que garantem confiança dos dois lados, incluindo uma plataforma com criptografia e métodos para desligar máquinas virtuais na ponta de usuário, em caso de extrema necessidade.
Trocando armazenamento por “recomputação”

Uma das formas de fazer com que cloud computing seja mais eficiente na performance e nos custos é repensar a forma que os dados são armazenados. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz se reuniram com a NetApp, empresa de armazenamento, e a Pergamum Systems, e estudam formas de aumentar a eficiência considerando a frequência de acesso aos dados, entre outras métricas.

Na prática, os dados gerados não seriam armazenados no sistemas, economizando espaço e energia no processo de gravação. Caso os dados sejam necessários, seriam recomputados para retornar o resultado desejado ao usuário. Embora haja um retrabalho, o que seria economizado com espaço e energia na gravação dos dados computados pela primeira vez compensaria a atividade.

É uma abordagem ainda longe da realidade e que depende de muitos estudos, mas abre um novo conceito dentro os milhares que compõe essa nova forma de ver a computação.

Escrito por Flavio Henrique

Junho 20, 2009 em 10:15 pm

Microsoft abre App Store para desenvolvedores

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Outra iniciativa que envolve a utilização da nuvem para gerar valor agregado a soluções de softwares. Vamos a Nuvem!  

Flávio

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por Marin Perez | InformationWeek EUA

05/05/2009

Com Windows Marketplace para Mobile, Microsoft competirá em par com rivais como Apple, RIM e Android
 
 
A Microsoft está abrindo os portões de sua loja de aplicativos para a plataforma mobile. Agora, desenvolvedores poderão submeter programas para aprovação.

A Windows Marketplace for Mobile chegará na segunda metade deste ano e irá oferecer aos usuários da plataforma Windows Mobile um canal para navegação, compra, downloads e instalação de aplicativos em seus handsets. A companhia espera obter o mesmo sucesso que a Apple atingiu com a App Store para seus dispositivos iPhone e iPod Touch.

Para subir um aplicativo na loja online da Microsoft, desenvolvedores precisam ter um ID válido e também ID no Windows Live, além de pagar US$ 99 e assinar um acordo de provedor de aplicativos. Como na App Store, os desenvolvedores poderão oferecer aplicativos gratuitos ou pagos e receberão 70% do valor arrecadado. Cada desenvolvedor poderá submeter cinco aplicativos por ano, inlcuindo updates, mas terão de pagar US$ 99 pode cada aplicativo postado que ultrapassar o limite anual.

A loja online da Micrososft colocará a plataforma móvel da fabricante em par com as concorrentes Apple, Android Market, Research In Motion App World, e a Ovi Store, a ser lançada pela Nokia. No ano passado, mais de vinte milhões de smartphones com Windows Mobile foram vendidos e muitos desenvolvedores estão interessados em atuar neste mercado.

Escrito por Flavio Henrique

Maio 8, 2009 em 2:10 am

Na categoria Cloud, Mercado

Avaya começa a criar no Brasil sua ‘aldeia’ de desenvolvedores

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Pessoal, vejam a estratégia da Avaya. Ela não é invadora, mas mostra que o amadurecimento dos modelos de negócios envolvendo comunidades de desenvolvedores irão criar valor aos produtos e serviços da Avaya. Vamos a nuvem…o mundo colaborativo é fantástico, cabeças e tecnologias construindo o futuro!

Flávio

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Valor Econômico – João Luiz Rosa, de São Paulo
07/05/2009

Se uma ideia interessa a muita gente, duas ideias interessam muito mais. Mas como estabelecer um ritmo intenso de boas ideias, capazes de resultar em produtos atraentes e vendas potencialmente maiores, sem levar às alturas os custos com pesquisa e desenvolvimento?

Para a Avaya, a companhia americana de produtos e serviços de comunicação, a resposta pode estar em um modelo parecido com o do Linux, o software cujo código está disponível na internet para que qualquer programador possa criar inovações capazes de melhorá-lo ou funcionar sobre ele.

“A proposta é criar uma comunidade de desenvolvedores de software para IP [protocolo de internet] e congregá-los em um portal”, diz Cleber Morais, presidente da Avaya no Brasil.

Batizada de “Developers Connection”, a iniciativa reúne cerca de 3 mil empresas associadas nos Estados Unidos. No Brasil, a previsão é de que entre 10 e 20 companhias já estejam dentro do projeto na data de seu anúncio oficial no país, marcado para junho. O potencial, no entanto, é muito maior. “É difícil fazer uma projeção, mas eu diria que dá para reunir facilmente cerca de 200 parceiros no país”, diz Morais.

Para fortalecer o movimento, a Avaya pretende instalar dois laboratórios, onde os desenvolvedores poderão testar suas criações e apresentá-las a potenciais consumidores. As instalações ficarão na sede da Avaya, em São Paulo, e em um distribuidor da companhia, cujo nome ainda é mantido em sigilo. As obras estão adiantadas, diz Morais, e a previsão é de que os laboratórios estejam prontos em 40 dias.

A diversidade de programas e serviços é uma das metas que a Avaya pretende alcançar com o “Developers Connection”. Nos Estados Unidos, a iniciativa abriu espaço para a criação de produtos orientados a necessidades bem específicas, que talvez não justificassem o investimento direto da Avaya, nem figurassem em seu radar, mas que mostraram ter lugar no mercado.

Na lista, estão um sistema que permite aos hóspedes de um hotel-cassino jogar cartas sem sair do quarto e um software pelo qual os pais podem monitorar, pelo celular, o trajeto do ônibus escolar de seus filhos. Dá para saber, por exemplo, quando as crianças vão chegar em casa e detectar se os mais rebeldes não estão fugindo do trajeto.

“Em Miami, onde há muitos latinos, alguns médicos encontravam dificuldades na hora de atender pacientes que não falavam inglês”, diz Morais. Diante da situação, uma companhia criou um sistema de videoconferência com base na tecnologia da Avaya. Na hora da consulta, médico e paciente separados pelo idioma podem comunicar-se com outro médico, fluente em espanhol, para desfazer dúvidas e dar o diagnóstico correto.

Com o “Developers Connection”, a Avaya também espera fortalecer as vendas indiretas. No Brasil, esse é um dos principais objetivos perseguidos por Morais desde que ele entrou na companhia, dois anos atrás. A situação já mudou significativamente desde então, afirma o executivo. Na época, 60% das vendas da Avaya no Brasil eram feitas pela sua força direta de profissionais. Os canais externos respondiam pelos demais 40%. Agora, a projeção é de que o ano fiscal corrente chegará ao fim com essas proporções invertidas.

A decisão de reforçar os canais externos no Brasil se deve, basicamente, a dois fatores. O primeiro é a cobertura geográfica: em vez de espalhar vendedores pelo país todo, com os gastos inerentes a essa estrutura, a Avaya quer formar mais parceiros para dar conta do desafio da capilaridade. No foco da Avaya está o mercado de clientes de pequeno e médio portes. “Esse é um segmento muito grande no Brasil”, diz Morais. “Só no ano passado, conquistamos 200 novos clientes [nesse mercado].”

O outro ponto é a especialização. Muitos desenvolvedores estão concentrados em segmentos de atividade específicas e, por isso, podem responder mais rapidamente a uma necessidade do cliente, que passa despercebida por quem não conhece bem a área. “Em épocas de crise, principalmente, é preciso ficar bem próximo do cliente”, diz Morais.

Escrito por Flavio Henrique

Maio 8, 2009 em 1:31 am

Na categoria Cloud, Mercado

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