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Archive for the ‘Rede Sociais’ Category

Gartner: Tendências para TI

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Decision Report

Integração de aplicativos, Cloud Computing, segurança e mídias sociais são assuntos que, se não fazem parte da rotina de sua empresa, serão apenas uma questão de tempo. Prova disso é que foram exatamente essas as tendências discutidas na manhã desta terça-feira (16) em São Paulo, na décima edição da Conferência de Tecnologias Empresariais do Gartner. O evento reuniu analistas e executivos e acontece até a quarta-feira.

Entre eles está Jess Thompson, vice-presidente de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência, e argumentou que o momento é otimizar de maneira inteligente as aplicações. “As organizações mais efetivas utilizam informações em tempo real”, explicou ele ao dar o exemplo da ineficiência de avisos em painéis de aeroportos, com informações desencontradas por conta de atraso. Mas o monitoramento é igualmente importante, para checar o que acontece nos eventos “para poder antecipar o problema e agir da melhor forma quando ele ocorrer”.

Já para David Mario Smith, analista do Gartner, outra tendência é a de utilização de redes sociais. A questão é ficar de olho não só na ponta do iceberg, ou seja, sites como Twitter e Facebook e sua utilização para fins de marketing e interação com consumidor. A intenção é também aproveitar as ferramentas para uso corporativo, a “inteligência coletiva” que surge com “expertise local”. “Pense no poder de um flashmob organizado pelo Twitter”, diz Smith, remetendo isso ao ambiente de negócios.

Um exemplo do conceito dando errado é a rede de lojas norte-americana GAP. A empresa tentou mudar o logo, mas contou com grande rejeição dos consumidores pelas redes sociais. “Eles tentaram convencer dando calças jeans gratuitas a quem imprimisse um cupom, mas nem todas as lojas sabiam disso”, conta. O analista alerta ainda para o comprometimento de empresas com os sites de relacionamento: mesmo as que não incluíram formalmente um perfil podem ser citadas e ter funcionários se conectando.

“Mas minha obrigação é avisar de quão perigoso pode ser utilizar essas redes”, brinca Joseph Feiman, vice-presidente de Pesquisas e Associado do Gartner. É apenas uma das tendências em um novo cenário de segurança, com necessidades e ocorrências diferentes. “Não há mais ataques massivos por fama, mas hackers trabalhando por meses em apenas um alvo – pode ser o seu hospital”, alerta. “Eles não querem fama, mas ganho financeiro”. Feiman acredita que é preciso se proteger e assumir a responsabilidade dos riscos, seja em um ambiente tradicional, seja no Cloud.

Não que isso seja fator para deixar a computação na nuvem de lado. De fato, segundo Gene Phifer, vice-presidente Administrativo no Gartner Research, “não é uma questão de ‘se’, mas sim de ‘quando’ as empresas irão adotar o Cloud”. Mas o analista alerta para os modelos e serviços corretos e que melhor se encaixam no perfil das necessidades de cada negócio. “Nem todo mundo vai economizar dinheiro, não há uma garantia”, diz. “Mas, na minha opinião, há benefícios quase instantâneos, como a entrega rápida de serviços computacionais e a habilidade de escalonar de acordo com os picos de necessidades”, diz.

Como entusiasta, Phifer recomenda que se tome cuidados para saber o que exatamente é adequado para migrar para a nuvem, até por ser necessária uma confiança no prestador de serviços remoto. “Provas de conceito e protótipos são necessários ao apoio”, diz. “Vá e aprenda, comece com passos de bebê e, depois, evolua. Não há razões para não se fazer isso”, aconselha. “Mas, se não der, não vá ao Cloud agora, ainda há muita imaturidade. Em seis meses, o que você quer pode estar disponível”, conclui.

Escrito por Flavio Henrique

Agosto 17, 2011 em 9:00 pm

Com as redes sociais nas nuvens

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Decision Report

Redes sociais e computação em nuvem. Duas fortes tendências do setor de TI, mas que ainda estão sendo avaliadas pela maior parte das companhias. Diante de executivos de negócios e CIOs ainda não convencidos dos benefícios e da melhor forma de implementação, existe uma receita em dose dupla. Por que não experimentar o cloud computing justamente com aplicações de social network?

A proposta está sendo costurada por alguns fornecedores de mercado, como a IBM, quando une a área de software dedicada a ofertar e evangelizar as empresas sobre as vantagens de implementar um modelo que inclua as mídias sociais e uma estratégia corporativa  de colaboração integrada à sua cadeia de negócios. Na visão da empresa, a computação em nuvem é o cenário perfeito para esse modelo porque permite uma implantação rápida e flexível, além das fronteiras da tradicional rede corporativa.

Mário Costa, gerente de Colaboração da IBM Brasil, é o executivo que lidera essa oferta dentro da big blue. Segundo ele, os benefícios dos ambientes colaborativos talvez seja o argumento que justifique o uso da computação em nuvem, por trazer vantagens diretas para as empresas. “As implementações de redes sociais hoje exigem uma integração e o acesso a vários ambientes e plataformas. A computação em nuvem coloca as aplicações de redes sociais em outra dimensão”, acredita ele.

O executivo da IBM admite que a maioria das empresas utiliza as redes sociais apenas para monitorar a marca e permitir um nível básico de interação. No futuro, no entanto, todas as empresas terão que estabelecer um modelo de atuação que inclua as redes e as mídias sociais no seu dia a dia. O caminho não é fácil. Esbarra na cultura organizacional, no modelo de negócios e na arquitetura de sistemas existentes.

A aposta da IBM está em criar uma interface de integração que traga para a tela dos usuários todo o universo colaborativo, tanto as redes internas, as chamadas intranets, quanto as mídias sociais como facebook, twitters, bloggers entre outros. Essa interface permite customizar o modelo para cada usuário ou aplicação corporativa e a conexão com as mídias sociais na proporção em que o negócio demanda.

O desafio está em encontrar a medida exata dessa colaboração. “Não adianta implementar tudo de uma única vez. É necessário criar uma política de uso, com regras e monitoramente, além da criação de um grupo interdisciplinar de usuários para liderar o projeto e alimentar essa rede de colaboração”, concluiu ele.

Escrito por Flavio Henrique

Junho 15, 2011 em 3:46 pm

Cinco tecnologias que transformam os negócios

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Portal HSM

Esteja atento (a) a cinco tecnologias que vêm transformando os negócios

Além da internet como ferramenta de relacionamento com o cliente, vale ressaltar o potencial de tecnologias emergentes, como cloud computing, redes sociais, mega-armazenamento de dados, softwares inteligentes e todas as aplicações do uso de telefonia móvel, por exemplo.

“O mercado ainda está em fase de investimento e adaptação às tecnologias disponíveis para transformar os negócios e passar a atuar num patamar mais elevado. Ainda falta quebrar a barreira do desconhecimento do enorme potencial das ferramentas disponíveis às empresas hoje em dia”, diz o executivo.

Na opinião de Sena, quando o gestor mergulha no universo das possibilidades tecnológicas e passa a explorar novos modos de fazer a empresa prosperar, percebe rapidamente que está no caminho certo.

“Entre as principais missões das tecnologias emergentes está a capacidade de gerenciar o relacionamento com clientes, o capital e os investimentos realizados, além de utilizar as informações a favor do crescimento da empresa, ganhando mercado de uma forma nunca antes experimentada em tão curto espaço de tempo”.

Ezequias Sena destaca as cinco tecnologias que transformam os negócios:

1. Internet como ferramenta de relacionamento com o cliente. “A internet aproximou as pessoas de forma antes impensada. Nunca foi tão rápido e fácil compreender o que o cliente necessita, deseja e em que está disposto a investir. Sem dúvida, hoje é mais rápido o processo de fidelizar consumidores de produtos e serviços utilizando a internet e tecnologias relacionadas.”;

2. Cloud Computing. “A estratégia da computação na nuvem é permitir que se tenha acesso aos dados da empresa em que se trabalha de forma remota. Essa possibilidade vem se fazendo presente cada dia mais e está revolucionando não só os negócios, mas o próprio ambiente de trabalho. Ao invés de se apoiar num software, os recursos disponíveis no computador contam com respaldo de um programa instalado em algum lugar na internet, num servidor por sua vez instalado em um Data Center, gerenciado por especialistas em tecnologia. Esse tipo de nuvem também é classificado como ‘on demand’ ou SaaS (software as a service).”;

3. Redes Sociais. “Não há como ignorar a revolução que vem sendo empreendida pelo Facebook, Twitter, Orkut e todas as demais comunidades que atraem cada vez mais pessoas para a conexão em rede. As empresas devem aprender a tirar mais proveito desse networking em benefício próprio, ativando seus canais de marketing e de recrutamento de mão de obra especializada. Essas ferramentas certamente contribuem não só para o crescimento profissional e pessoal, mas também para melhorar a comunicação das empresas com todos os seus stakeholders, resultando em mais e melhores negócios”;

4. Data Center terceirizado. “A decisão de terceirizar o banco de dados deve representar um plus no valor percebido da empresa. A terceirização propõe uma mudança não só estrutural, como cultural. Repensando sistemas e controles, a empresa passa a concentrar esforços em seu core business, no seu próprio negócio. Entre os principais ganhos com a terceirização de um Data Center estão a economia de esforços envidados para treinamento, infraestrutura                    e tecnologia – além de recursos com encargos trabalhistas; mais foco no plano estratégico de reengenharia de processos; e maior controle sobre as decisões estratégicas, permitindo estreitar relações com clientes e fornecedores.”

5. m-Commerce. “A revolução da telefonia móvel vem causando alvoroço em vários setores da economia, principalmente naqueles que têm o consumidor final como seu público-alvo. Para as empresas que se utilizam da internet como ferramenta comercial, o grande desafio é oferecer condições ideais – ou seja, com agilidade, facilidade e segurança – para que o acesso do usuário à internet por meio do aparelho celular seja um convite à repetição. No Brasil, houve crescimento de 40% no comércio eletrônico entre 2009 e 2010. A tecnologia 3G, que permite acesso à internet via telefone celular, já representa 11% dos aparelhos – que somam mais de 200 milhões. Trata-se de uma tendência que vai pegar”.

Escrito por Flavio Henrique

Maio 6, 2011 em 10:51 pm

Forrester: cloud computing é ensaio para colaboração

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Computer World – UK

Para instituto de pesquisas, computação em nuvem, plataformas móveis e redes sociais formam o que eles chamam de tecnologias poderosas para os negócios.

Plataformas de cloud computing estão cada vez mais se tornando o ensaio para experiências de colaboração nas empresas. Essa foi a avaliação que o analista da Forrester Research Gene Leganza fez durante o Forrester’s Enterprise Architecture realizado em Londres na terça-feira (22/03).

Soluções na nuvem, em conjunto com plataformas móveis e redes sociais, compõem o que o analista chama de “tecnologias poderosas”, que ele acredita serão fundamentais para os arquitetos de TI nos próximos dois anos.

Leganza identificou quatro principais tendências que aconselha que os executivos insiram em seus planos de negócios. Além de tecnologias poderosas, estão: foco em centralização de processamento de dados, aplicações ágeis e adequadas aos objetivos da companhia e gestão inteligente de tecnologias.

“A colaboração tem sido, tradicionalmente, muito baseada em documentos. A mudança agora está em centralizá-la em pessoas – esse é o caminho que as redes sociais estão seguindo”, afirma. “Isso significa unir pessoas e usar plataformas como Facebooks e Twitte para integrar a informação desses locais em aplicativos de negócios”, complete.

No entanto, o analista disse durante o evento que a principal dificuldade nas organizações está em gerir conteúdo não-estruturado (sons, imagens, vídeos, entre outros). Além disso, apontou, o uso da telepresença está sendo ampliado, em parte porque melhorias foram implementadas na tecnologia de vídeo, mas também porque as pessoas estão cada vez mais móveis e trabalham em um ambiente mais globalizado.

Em relação ao processamento centralizado de dados, a Forrester vê uma tendência para conectar dados a soluções que permitam a análise inteligente de informações. “Não se trata apenas de ter dados em tempo real, mas também conquistar agilidade”, avalia Leganza.

Para Leganza, virtualização está impulsionando a tendência de gestão inteligente de tecnologias e a forma como arquitetos corporativos olham para as suas infraestruturas de TI.

Mas, em vez de enxergar essas tecnologias individualmente, Leganza acredita que elas só vão possibilitar a entrega de valor à companhia se estiverem integradas. “A combinação delas irá resultar em cenários de negócios positivos, permitindo ampla colaboração na companhia”, afirmou.

Escrito por Flavio Henrique

Março 17, 2011 em 12:31 pm

Google Brasil imprime crescimento de 80% em 2010; mobilidade dispara

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por Roberta Prescott – Reseller Web

Buscas, mobilidade, vídeos, computação em nuvem e social são os cinco pilares que direcionam a inovação na empresa

“O Brasil é um dos mercados mais interessantes e dinâmicos para o Google.” Assim, o vice-presidente sênior de Américas do Google, Dennis Woodside, iniciou o bate-papo com a imprensa na manhã desta quarta-feira (23/2), quando confirmou também a entrada do ex-presidente do iG, Fábio Coelho, como diretor-geral para o País. As operações brasileiras cresceram 80% em faturamento em 2010 em comparação com o ano anterior, um porcentual mais elevado que os 24% do global, algo que pode ser explicado pelo tamanho dos negócios por aqui.

Ao abordar os principais tópicos que norteiam o Google, Woodside enumerou cinco pilares pelos quais eles buscam a inovação: buscas, mobilidade, vídeos, computação em nuvem e social. De acordo com ele, enquanto search caminha para algo mais social, mobilidade está em franca explosão. Ele mira em um mercado potencial de mais de US$ 1 bilhão. “A adoção da plataforma Android está aumentando e tem sido a opção de muitos consumidores, inclusive, no Brasil”, pontuou.

De acordo com Woodside, o mercado móvel é o que cresce em ritmo mais acelerado. “Há alguns anos, [o CEO do Google] Eric Schmidt analisou para onde o mercado caminhava e apontou para a mobilidade. Assim, no Google todos os lançamentos têm de considerar este aspecto desde o começo”, ressaltou, ao assinalar que este segmento imprime uma taxa de crescimento semelhante à do Google entre 2002 e 2003.

O País também registra um dos maiores crescimento em consumo de vídeos na internet e chama a atenção da corporação quando o assunto é Youtube. O executivo lembrou ainda da estratégia para Orkut, que, segundo ele, recebe 4 milhões de logins todos os dias.

A expectativa para computação em nuvem segue a mesma linha de otimismo. O Brasil representa um dos mercados-chaves e mostra um enorme potencial. Para Woodside, é inegável o valor do Google para as pequenas, médias e até grande empresas nas ofertas, por exemplo, de e-mail. “O desafio para o Fábio [Coelho] está em como ele vai aumentar o time para suportar e absorver este mercado em potencial.”

Internet: futuro e bolha

A economia da internet está em plena ascensão e isto ocorre porque a plataforma está se transformando em algo presente em uma grande parte da vida das pessoas. “Há cinco anos, a internet era uma parte pequena dos negócios e da mídia, mas hoje está presente numa grande parte da vida das pessoas. Por isto, mais oportunidades ocorrerão.”

Outro aspecto da explosão da internet relaciona-se à diversificação de devices para acessá-la. Na CES, exemplificou o VP, chamou a atenção o número de tablets e TV com acesso à internet lançados. No entanto, para ele a euforia que o mercado vive não significa que estaríamos diante de uma nova bolha. “A perspectiva de longo prazo é inacreditavelmente positiva, ainda que possam existir pequenas bolhas no curto.”

Facebook

Ao comentar a ida de Alexandre Hohagen, ex-VP para América Latina, para o Facebook, Woodside o elogiou dizendo que o executivo fez um trabalho “fantástico” e que a companhia está muito contente com resultados apresentados.

A competição do Orkut com a rede de Mark Zuckerberg também foi abordada no encontro com jornalistas. “O Google continua a investir na plataforma de Orkut. Nosso trabalho é seguir inovando para seus consumidores.

Escrito por Flavio Henrique

Fevereiro 24, 2011 em 6:36 pm

Sete tecnologias para investir nos próximos 3 anos

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Computerworld Brasil

Redes sociais, integração de TI e TO e computação em nuvem são algumas das tecnologias fundamentais para o futuro do mercado.

Com a previsão de que a indústria de TI alcançará a incrível marca de 3,5 trilhões de dólares em receita em 2011; além da indicação de que o setor crescerá, sensivelmente, nos próximos cinco anos, o Gartner Inc., apresenta  questões que merecem atenção e estratégias mais claras dos analistas de negócios e de TI.

“Estamos cada vez mais vivendo, jogando e trabalhando em um mundo digital. Em breve, será quase inevitável não participar dele”, disse o vice-presidente da Gartner, Stephen Prentice, durante o Gartner Symposium / ITxpo 2010, que acontece em Cannes, na França, até a próxima quinta-feira (11/11).

“Em 2012, a Internet será 75 vezes maior do que era em 2002, por isso temos que considerar essa expansão. Hoje, se o Facebook fosse um país, ele estaria em terceiro lugar no mundo em quantidade populacional, atrás apenas da China e da Índia. Outras realidades importantes como o tráfego de dados e os dispositivos móveis também que não podem ser ignoradas. A receita de aparelhos portáteis como smartphones e tablets deve saltar dos 60 bilhões de 2010 para mais de 200 bilhões em 2020″, completou Prentice.

Como a indústria de TI caminha rumo a uma taxa composto de crescimento anual (CAGR) de quatro pontos percentuais durante os próximos cinco anos, a empresa de pesquisa identificou as sete tendências mais importantes em termos de negócios e TI. As sete questões incluem:

Integração entre Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia Operacional (TO)

Os executivos estão notando que é possível reduzir custos e aprimorar a eficiência de uma gestão, integrando as equipes de TI e de tecnologia operacional (TO). Apesar dos esforços serem desafiadores, os benefícios resultantes da simplificação dos orçamentos, do planejamento coordenado, das decisões mais consistentes em termos de estrutura tecnológica e, principalmente, da expansão do poder de compra, torna cada vez atraente e mais importante tal alinhamento.

Participação das empresas em mecanismos sociais

Até 2015, 80% não terão uma abordagem coerente para lidar com recursos coletivos. Hoje, as mídias sociais estão mudando a maneira de trabalhar e de realizar negócios. “Compreender o poder das comunidades, as expectativas de seus diferentes usuários, seus desejos e como é possível interagir com todos, está se tornando essencial para a realização de negócios no século 21″, declarou o vice presidente da Gartner, Ken McGee.

“No entanto, na próxima década, serão investidas grandes quantias financeiras e uma enorme quantidade de tempo para descobrir como líderes de negócios e TI aproveitarão melhor o poder e a influência das redes sociais”, completou McGee.

Pattern-Based Strategy

As estratégias baseadas em modelos fornece um mecanismo para procurar ativamente os principais indicadores, muitas vezes chamados de sinais “weak” que formam padrões no mercado.

“Descobrimos que os líderes sêniors das áreas de negócios e TI veem a falta compartilhamento de informações como uma barreira para o crescimento”, disse Prentice.

Computação em nuvem

Até 2016, todas as empresas do ranking da Forbes Global 2000 implementarão serviços na nuvem. Isso representa uma mudança no relacionamento entre os provedores e consumidores de soluções de TI. Ela constitui a fonte de uma grande mudança que resultará em um novo modo de relacionamento entre aqueles que usam e os que os vendem serviços de TI.

Segundo a Gartner, a receita mundial de serviços em nuvem (incluindo serviços públicos e privados) deve chegar a 148,8 bilhões dólares em 2014.

Context-Aware Computing

A computação consciente se aproveitará da situação para estabelecer uma nova era de realidade aumentada.

Mais de 150 bilhões de dólares em gastos globais de telecomunicação migrarão de serviços para aplicações até 2012, e o mercado global de serviços de conteúdo será de 215 bilhões de dólares.

Em 2016, um terço dos consumidores de marketing móvel do mundo será serviços de computação de conteúdo.

Sustentabilidade

Até 2016, questões de sustentabilidade crescerão nas despesas das empresas. Diante das previsões climáticas, as organizações devem se antecipar ao debate sobre questões fundamentais como energia, água e os gases causadores do efeito estufa, como também sobre esgotamento de recursos naturais, extinção de espécies, bio-diversidade e justiça ambiental.

Para isso, os sistemas de informação serão fundamentais na administração, controle e observação dos serviços corporativos voltados para responsabilidade social, permitindo novos e mais sustentáveis modelos de negócio. No entanto, ainda será inevitável que existam dilemas entre o desempenho financeiro e operacional de uma empresa e seu desempenho ambiental.

Novas Realidades

Com a recente recessão global, os executivos devem encontrar novas maneiras de promover crescimento a suas empresas em termos de receita, empregos e participação na indústria. Diante deste novo clima de negócios, custos e otimização dos valores devem ser prioridade, durante a busca pela expansão contínua.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 12, 2010 em 9:47 pm

Web 3.0: 5 mil empresas de software morrerão no Brasil

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Segundo Silvio Meira, da Cesar, movimento de inovação pelo qual mercado passa inviabilizar a empresas que ficarem para trás 

Se você está em busca de se conectar à web 2.0, é hora de parar. Segundo anunciou nesta terça-feira (26/10), em apresentação na Futurecom 2010, Silvio Meira, cientista-chefe do Cesar, já estamos na versão 3 dessa onda, encabeçada por empresas e aplicativos como Google Apps, Twitter, Facebook e Amazon AWS. E metade das dez mil empresas brasileiras fornecedoras de software irão morrer na próxima década por incapacidade de se adequar aos novos – e já atuantes – tempos dos negócios.

Segundo Meira, a web 2.0 é marcada pelo Youtube e pelo sistema buscador do Google, por exemplo. Neste contexto, apesar de colaborativo, o ambiente ainda não permite a construção da forma como vemos hoje, por meio da disponibilidade de um sem-número de aplicativos na rede.

Neste ambiente que se forma o contexto de genocídio das empresas de software. De acordo com Meira, exemplos como o verificado pela empresa Salesforce – que garante, de forma simples e on-line, acesso a diversas plataformas empresariais que, em outra época, seriam apenas fornecidas apenas por meio de vendedores, orçamentos, negociações e, especialmente, muito dinheiro.

“As próprias empresas estão se tornando abstrações. Neste novo contexto, é como se toda a sua empresa, todo o valor que ela agregasse, fosse um app em cima de um layer padrão que o mercado conhece”, enfatizou. Segundo o especialista, as empresas, especialmente as de pequeno porte, que não notarem esse movimento de inovação, serão penalizadas com a expulsão do mercado.

De acordo com Meira, a plataforma na nuvem é um dos responsáveis por essa aceleração. O especialista exemplificou de forma clara: a Amazon AWS, que terá fatuamente de R$ 500 milhões neste ano, estada para a informática assim como a usina de Itaipu está para a geração de energia elétrica no eixo Brasil-Paraguai.

Escrito por Flavio Henrique

Novembro 3, 2010 em 12:47 pm

Steve Ballmer fala sobre nuvem em São Paulo

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Computação em nuvem foi o tema abordado de Steve Ballmer, CEO da Microsoft, durante sua palestra realizada na Universidade de São Paulo, na capital paulista.

O executivo abriu a apresentação falando sobre a importância e a evolução da tecnologia da informação. Em seguida, exibiu um vídeo repleto de dispositivos com telas sensíveis ao toque e hologramas interativos.

Além de apresentar as possibilidades e tendências para as próximas décadas, a intenção foi mostrar que as informações ficarão armazenadas em ambientes virtuais. Outro ponto da discussão foi a capacidade de crescimento do mercado brasileiro na área, incluindo as pequenas e médias empresas.

O discurso condiz com o anúncio realizado na última semana pela empresa, quando foram lançados por aqui o Windows Azure e o Business Productivity Online Suite (BPOS), seu pacote de aplicativos de produção e colaboração.

Para Ballmer, a nuvem e suas aplicações são uma ótima plataforma de aprendizagem, que também tem a capacidade de crescer e adquirir informações com o usuário. “Você aprende, mas a nuvem também ganha conhecimento”, afirmou.

Quando questionado sobre a velocidade do serviço no Brasil, o CEO da Microsoft disse que a empresa não descarta a possibilidade de construir um data center dedicado no país. Isso ajudaria a contornar os problemas na conexão de banda larga, considerada lenta por aqui, na hora de se conectar com servidores no exterior.

Um dos pontos interessantes da palestra foi a apresentação do novo Windows Live Messenger, capaz de sustentar chat de vídeo em alta resolução e integração com serviços e redes sociais, como o Facebook e o YouTube, por exemplo.

Facebook e Microsoft lançam Docs.com

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To gostando desta briga!

Duas gigantes do mundo da tecnologia, Facebook e Microsoft, se uniram para criar um programa online de compartilhamento de documentos como o Google Docs.

O Docs.com foi lançado hoje na conferência F8, do Facebook. Através da página, usuários da rede social podem ser logar com seu usuário e senha para criar, editar e compartilhar com seus amigos de Facebook documentos do Microsoft Office.

Os novos documentos aparecem para os outros usuários da mesma forma que as atualizações.

A página, por enquanto, está em versão beta. O Docs.com também é uma forma da Microsoft testar a ferramenta, uma vez que pretende lançar um serviço que rivalize com o Google Docs ainda este ano.

Escrito por Flavio Henrique

Abril 24, 2010 em 8:06 pm

CEO da Salesforce já fala em cloud 2

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InformationWeek EUA

Marc Benioff afirma que acesso móvel e colaboração em estilo de rede social marcarão próxima era de aplicações corporativas 

O CEO da Salesforce.com Marc Benioff levou sua cruzada para mudar a computação corporativa para Nova York, em um evento onde ele mais exaltou as virtudes do modelo cloud computing e as redes sociais que tentou vender os serviços ofertados por sua companhia.

Tratando a Salesforce como uma empresa envolvida pela computação em nuvem e de olho em uma tendência que ele chamou de “cloud 2″, Benioff pintou uma grande visão para o futuro da computação corporativa para mais de 1,3 mil pessoas que lotaram a sala de convenções de um hotel em Manhattan.

“Cloud 2 é computação para os próximos dez anos, estou falando desses novos incríveis dispositivos móveis, informação em tempo real e colaboração”, afirmou. “Porque os softwares corporativos não são como o Facebook? O que você sabe sobre seus funcionários, clientes, conteúdo, sistemas e processos? Estou convidando a todos para se unirem ao que chamo de ‘imperativo Facebook”.”

A Salesforce suportará um serviço de colaboração por meio do Chatter, uma plataforma similar ao Facebook que a companhia planeja disponibilizar para mais de 75 mil clientes até o meio deste ano. A provedora avisa que o Chatter já está nas mãos de 500 clientes como parte de um programa beta privado.

De acordo com a companhia, 250 desses clients utilizam o Chatter em combinação com o Service Cloud 2, um ambiente de serviço ao consumidor. A Salesforce lançou formalmente a ChatterExchange no AppExchange 2; no evento que ocorreu em Nova York, desenvolvedores parceiros demonstraram dezenas de aplicações já disponíveis no Exchange.

A Salesforce leva a mensagem de que a colaboração no mundo corporativo passa por mudanças com frequentes referências ao Facebook e ao Twitter, extensivos demos do Chatter em dispositivos móveis e pesquisas revelando, por exemplo, que, hoje, as pessoas possuem mais contas em redes sociais que de e-mails.

O Chatter pode apresentar o mesmo estilo de colaboração do Facebook, mas Benioff e seus seguidores afirmam que as conversas estão muito mais centradas nos valores de negócios que naquilo que as pessoas veem em redes sociais. “Seguir” pessoas na nuvem de vendas e serviços da provedora traz um novo significado aos seus chefes, relatórios diretos, clientes, parceiros e influenciadores.

Mais importante, o Chatter permite que vocês siga documentos, relatórios, métricas, serviços, cases de clientes, contas principais, prospecções, projetos e grupos de atividades assim como você faz no Facebook.

Quando for liberado em algum momento a partir do meio deste ano, o Chatter será uma ferramenta gratuita dentro do ambiente de serviços da Salesforce.com e da plataforma de desenvolvimento Force.com.

Como serviço embarcado, o Chatter tem acesso a todas as pessoas, dados, conteúdo e processos que o cliente possua no serviço Salesforce.com, mas também respeita todos os níveis de segurança e acesso privilegiado que são partes do sistema. A ferramenta de colaboração da Salesforce também permite feeds do Facebook e tweets.

Focado exclusivamente em serviço ao consumidor, Alex Dayon, vice-presidente sênior de CRM na Salesforce, afirma que sistemas de CRM e contact center legados como da SAP, Siebel e Microsoft Dynamics são desconectados das conversas que os clientes possuem nas mídias sociais.

“Seus clientes já utilizam Facebook e Twitter, mas você está lá como empresa?”, pergunta Dayon. “Em poucos anos, dois terços das interações com clientes não acontecerão por meio dos call centers tradicionais e e-mail, elas serão feitas pela nuvem.”

Dayon demonstrou capacidades de monitoramento em Facebook e Twitter embarcadas no Chatter para interações e também como forma de responder às dúvidas dos clientes. Isso permite que as companhias saibam como anda a reputação da marca nessas mídias.

Escrito por Flavio Henrique

Abril 13, 2010 em 12:29 am

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