Archive for the ‘Web 2.0’ Category
Ataques à nuvem indicam necessidade de autenticação forte
CSO
De acordo com estudo da Forrester Research, uso corporativo de ferramentas de colaboração, cloud computing e acesso às redes aumenta riscos à segurança.
Conforme as organizações ampliam o uso de serviços baseados na nuvem, ferramentas de colaboração e permissão de acesso às redes, o risco à segurança aumenta. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela Forrester Research, que mostra que mais da metade (54%) das 306 companhias entrevistadas passaram por problemas de segurança no último ano.
De acordo com o estudo, mesmo com o crescimento de soluções de segurança, a maioria das empresas continua usando o tradicional método login e senha para verificar a identidade do usuário, em vez de adotar medidas fortes de autenticação.
A pesquisa “Enhancing Authentication to Secure the Open Enterprise” foi conduzida pela Forrester a pedido da Symantec para avaliar como as empresas estão evoluindo seus processos de autenticação e práticas de segurança para responder às mudanças dos negócios e às necessidades da TI, que incluem a adoção de cloud computing e software como serviço (SaaS), além da utilização corporativa da web 2.0 e das tendências de mobilidade.
Esquecimento de senhas está no topo dos problemas enfrentados pelas empresas, segundo o relatório. Política de composição de senha, expiração e bloqueio, que são colocados em prática para mitigar riscos, tornaram-se pedra no sapato dos usuários, diminuindo a produtividade dos funcionários. Além disso, senhas esquecidas geram altos custos ao help desk.
O estudo da Forrester recomenda a implementação de fortes políticas de autenticação em toda a empresa e não somente em algumas aplicações.
Mauricio Angee, vice-presidente e gerente de segurança da informação do Mercantil Commercebank N.A, concorda que senhas tornaram-se um desafio. “Hoje, há um percentual elevado de chamados e solicitações de serviços relacionados à redefinição de senha em nosso ambiente”, diz Angee. “A autenticação de dois fatores foi implementada para as redes sign-nos, além da single-sign-on. Isso nos tem ajudado a reduzir o gerenciamento de senhas.”
A preocupação em torno do assunto, prossegue o executivo, é que a empresa tem dado ao usuário a responsabilidade de mudar a senha, lembrar de frases longas e complexas, PINs seguros, carregar tokens etc. Essa é uma prática que dificulta a proteção do ambiente. “Sem mencionar o enorme desafio para os profissionais de segurança da informação que têm de aplicar políticas e manter o esperado nível de proteção”, diz.
Preparar toda a infraestrutura para contar com uma autenticação forte requer tempo e recursos direcionados a análises, avaliação do ambiente, testes dos sistemas e aplicações. Tudo isso para determinar se os sistemas podem ser integrados, afirma Angee.
“Muitas vezes, as restrições são encontradas, principalmente, nos sistemas legados, motivo que impede que empresas avancem para um cenário de forte autenticação”, afirma, completando que essa é uma iniciativa que a empresa vai concentrar esforços para determinar a viabilidade de um projeto como esse, o impacto e o ROI (retorno sobre o investimento).
Web 3.0: 5 mil empresas de software morrerão no Brasil
Segundo Silvio Meira, da Cesar, movimento de inovação pelo qual mercado passa inviabilizar a empresas que ficarem para trás
Se você está em busca de se conectar à web 2.0, é hora de parar. Segundo anunciou nesta terça-feira (26/10), em apresentação na Futurecom 2010, Silvio Meira, cientista-chefe do Cesar, já estamos na versão 3 dessa onda, encabeçada por empresas e aplicativos como Google Apps, Twitter, Facebook e Amazon AWS. E metade das dez mil empresas brasileiras fornecedoras de software irão morrer na próxima década por incapacidade de se adequar aos novos – e já atuantes – tempos dos negócios.
Segundo Meira, a web 2.0 é marcada pelo Youtube e pelo sistema buscador do Google, por exemplo. Neste contexto, apesar de colaborativo, o ambiente ainda não permite a construção da forma como vemos hoje, por meio da disponibilidade de um sem-número de aplicativos na rede.
Neste ambiente que se forma o contexto de genocídio das empresas de software. De acordo com Meira, exemplos como o verificado pela empresa Salesforce – que garante, de forma simples e on-line, acesso a diversas plataformas empresariais que, em outra época, seriam apenas fornecidas apenas por meio de vendedores, orçamentos, negociações e, especialmente, muito dinheiro.
“As próprias empresas estão se tornando abstrações. Neste novo contexto, é como se toda a sua empresa, todo o valor que ela agregasse, fosse um app em cima de um layer padrão que o mercado conhece”, enfatizou. Segundo o especialista, as empresas, especialmente as de pequeno porte, que não notarem esse movimento de inovação, serão penalizadas com a expulsão do mercado.
De acordo com Meira, a plataforma na nuvem é um dos responsáveis por essa aceleração. O especialista exemplificou de forma clara: a Amazon AWS, que terá fatuamente de R$ 500 milhões neste ano, estada para a informática assim como a usina de Itaipu está para a geração de energia elétrica no eixo Brasil-Paraguai.
Gartner: cloud computing é principal prioridade de CIOs brasileiros
CIo Brasil
Ranking das dez principais preocupações dos gestores de TI apresenta BI na segunda posição e virtualização no terceiro lugar da lista.
No Brasil, o principal item na lista de prioridades tecnológicas do CIO é o cloud computing (computação em nuvem). Enquanto que, no resto do mundo, esse tema aparece em segundo lugar no ranking de preocupações dos gestores de TI – atrás apenas de virtualização. A constatação faz parte de um estudo global do Gartner e para o qual foram ouvidos 1.586 decisores da área de tecnologia da informação de 41 países.
A preocupação dos executivos brasileiros com cloud computing pode ser justificada pelo cenário econômico aquecido no País, na visão da vice-presidente do programa executivo do Gartner, Ione Coco. “Hoje o mundo inteiro está de olho no Brasil e existe uma pressão para que o CIO local traga respostas que acompanhem o crescimento esperado das empresas”, analisa Ione, que acrescenta: “E o cloud [computing] garante a flexibilidade para responder mais rapidamente às demandas do negócio.”
A especialista pondera, no entanto, que o conceito de cloud computing ainda não está maduro. Como resultado, as empresas terão de esperar algum tempo para colher os benefícios prometidos por esse modelo, em especial, quanto à possibilidade de adequar, de forma rápida, as aplicações contratadas às demandas do negócio.
Ainda em relação ao estudo, no Brasil, o BI (Business Intelligence) aparece em segundo lugar no ranking de prioridades dos CIOs. “No resto do mundo, esse tema está em quinta posição”, destaca a vice-presidente Gartner. A resposta à demanda específica no País, segundo ela, também tem relação com o crescimento esperado das empresas locais, o que vai demanda dados analíticos para a tomada de decisões que impactem no aumento da receita.
Prioridades tecnológicas do CIO no Brasil
1. Cloud computing
2. Business Intelligence
3. Virtualização
4. Web 2.0
5. Gestão de TI
6. Mobilidade
7. Soluções orientadas a serviço
8. Networking
9. Business Process Management
10. Aplicações corporativas
Gartner: 10 tecnologias prioritárias em 2010
IT Web
Virtualização, cloud computing e web 2.0 lideram a lista da consultoria; 1,6 mil CIOs, de 41 países, foram ouvidos
Levantamento do Gartner feito com 1,6 mil CIOs revela quais serão as prioridades de investimentos em TI e negócios ao longo de 2010. Uma das conclusões do estudo é que os executivos planejam executar os mesmos orçamentos de 2005, mas com algumas mudanças na priorização de áreas. No ranking das tecnologias, por exemplo, lideram, nesta ordem virtualização, cloud computing e web 2.0, esta última, em virtude do crescimento da importância de ferramentas de colaboração no ambiente corporativo.
A consultoria afirma que, a partir das pesquisas com executivos, conclui-se ainda que os orçamentos de TI neste ano permanecerão estáveis em relação ao que se viu em 2009, quando os executivos trabalharam com budgets 8,1% menores que os de 2008. Os líderes de TI foram ouvidos pelo Gartner entre setembro e dezembro de 2009, meses em que as companhias costumam definir projetos, orçamentos e prioridades para o ano seguinte.
De acordo com o Gartner, o estudo congrega respostas de 1586 diretores de tecnologias dos setores corporativo e público, de 41 países, que, juntos, representam gastos de mais de US$ 126 bilhões.
Confira o ranking das dez tecnologias prioritárias:
1 Virtualização
2 Cloud computing
3 Web 2.0
4 Networking, voz e comunicação de dados
5 Business Intelligence
6 Tecnologias móveis
7 Gerenciamento e storage de dados/documentos
8 Aplicações e arquiteturas orientadas às aplicações
9 Tecnologias de segurança
10 Gerenciamento de TI
Veja, também, as dez prioridades em negócios:
1 Aprimoramento dos processos de negócio
2 Redução dos custos da empresa
3 Aumento do uso da informação/analítica
4 Melhorar a eficácia da força de trabalho das empresas
5 Atrair e reter novos clientes
6 Gerenciar iniciativas de mudanças
7 Criar novos produtos ou serviços (inovação)
8 Mirar clientes e mercados de forma mais eficaz
9 Consolidar as operações da empresa
10 Expandir relacionamentos com clientes atuais
Futuro do CRM está na nuvem
Fornecedores estruturam oferta. CEO da Plusoft acredita que aplicativos de gestão de clientes serão vendidos apenas como serviço
Os sistemas de gestão de clientes (CRM, na sigla em inglês) evoluíram consideravelmente ao longo dos últimos anos e ganharam espaço no universo corporativo. Um pouco pelo aperfeiçoamento tecnológico, um tanto devido à evangelização sobre as potencialidades da ferramenta e muito graças às lições aprendidas nos meses de turbulência econômica – informação virou um artigo valioso no direcionamento de estratégias.
No primeiro semestre, a IDC percorreu 339 empresas brasileiras e descobriu que uma das três prioridades dos CEOs vincula-se a entender melhor e aprimorar o atendimento aos clientes. “Durante o período de crise, muitas empresas descobriram que tinham pouca ou nenhuma informação para tomar decisões”, comenta Reinaldo Roveri, gerente de análise de mercado da consultoria no País, apontando que CRM e BI, assim, entraram mais fortemente na pauta.
Pelo que mostram os acontecimentos, a proliferação dos conceitos de web 2.0 impulsionarão transformações ainda mais profundas nesse tipo de tecnologia e impactarão as rotinas dos usuários. Duas orientações são latentes: o advento da computação em nuvem que transforma quase tudo em serviço e a importância das redes sociais.
Fornecedores estão atentos a essas duas frentes. “Em um prazo de três anos, não enxergo mais a venda de licenças de CRM”, prevê Guilherme Porto, CEO da fabricante nacional desse tipo de ferramenta Plusoft, acreditando que esses aplicativos serão vendidos como serviço (SaaS, na sigla em inglês). O executivo apoia sua afirmação numa orientação percebida junto aos seus clientes. “Hoje, em 50% das cotações, os clientes já pedem opções tanto no modelo de venda quanto no de locação de software”, avalia o executivo, citando que há cerca de dois anos, o porcentual girava na casa dos 15%.
Roveri, da IDC, é um pouco mais conservador nas previsões, mas compartilha a visão do executivo. “Este modelo de entrega (SaaS) é uma forte tendência”, avalia, sem precisar uma data para transformação completa no modelo de venda dos sistemas. O especialista justifica sua opinião com a atratividade da compra “como serviço”, a capacidade de otimização do fluxo de caixa e ao avanço das redes e da internet.
Os provedores de tecnologia atentaram-se para a tendência e traçam suas estratégias. Nesse campo de batalha, a Microsoft luta com seu CRM Online; a Oracle contra-ataca com o CRM on Demand e a Salesforce.com tenta ostentar o estandarte de um dos ícones e pioneira no mercado de sistemas de gestão de clientes no modelo SaaS.
Assim como seus concorrentes internacionais, a Plusoft quer aproveitar as mensagens do mercado e atender as duas tendências que se anunciam. Há cerca de três meses, a empresa investiu R$ 700 mil em desenvolvimento e fechou parceria para hospedar uma versão “as a service” de seu CRM nos data centers do UOL. De acordo com Porto, a tecnologia é um dos ingredientes da “loja de aplicativos” anunciada pela unidade de host da empresa de internet.
Dois contratos – ambos por um prazo de 36 meses – foram fechados até o momento. O acordo, com uma universidade e uma empresa do setor agroquímico, contempla 56 posições comercializadas a R$ 189, cada.
Porto estima que a iniciativa de CRM SaaS represente entre 18 e 20% do faturamento (não revelado) da Plusoft no ano de 2010 e ajudar a companhia a ingressar em uma camada de clientes de médio porte. A ferramenta, por exemplo, poderá ser comercializada pelo UOL, que pagará comissão à fabricante.
O software de gestão desenvolvido pela companhia nacional se divide em seis partes. Uma delas, lançado no final de agosto, alinha-se justamente à outra tendência que permeia o mercado. Batizado de iCustomer, o módulo mapeia e analisa redes sociais.
Em meados de novembro, a Salesforce.com – um dos expoentes no fornecimento de CRM no modelo SaaS – apresentou a ferramenta Chatter. O sistema é um mix entre uma aplicação de colaboração corporativa e uma plataforma de desenvolvimento social, provando que os conceitos de web 2.0 se enraízam no mercado.
Cisco reforça portfólio para disputar mercado corporativo de web 2.0
Em prosseguimento a estratégia de diversificar sua atuação no mercado, a Cisco anunciou nesta segunda-feira, 9, um conjunto de ferramentas, que inclui webmail, rede social corporativa e mensagem de texto, para concorrer com IBM, Google e Microsoft na disputa pelo mercado de colaboração e web 2.0 corporativa.
Uma delas é o WebEx Mail, desenvolvida com o intuito de fazer frente ao Lotus Notes, da IBM, Gmail, do Google, e ao Exchange, da Microsoft. A solução será vendida na modalidade de software com serviço, ou seja, por demanda, e será hospedada pela companhia. A outra lançamento é o Cisco WebEx Connect, serviço de mensagens de texto, com o qual a empresa pretende concorrer com o Messenger, da Microsoft, Gtalk, do Google, e o serviço de mensagens instantâneas da IBM.
Em seguida, vem a ferramenta de web 2.0, por meio da qual a fabricante de equipamentos de rede passará a fornecer serviços de vídeo social, batizado de Cisco Show and Share. A ferramenta permite às organizações criar e gerenciar comunidades de vídeo altamente seguras para compartilhar idéias e experiências, e melhorar a colaboração em vídeo.
Outra ferramenta de web 2.0 desenvolvida pela Cisco foi a Enterprise Collaboration Platform, software de portal social corporativo que inclui um diretório com funcionalidades de rede social, que permite que os usuários criem espaços de equipes e ambientes de comunidades “em tempo real”, além de oferecer uma estrutura para interação de aplicativos corporativos legados e conteúdo web 2.0.
Cloud começa a ganhar espaço nas empresas
Information Week
Evolução lenta e gradual permite que cada vez mais gestores de tecnologia trabalhem com o conceito como uma alternativa viável
Meados de 2008. Em uma lousa, os profissionais da Azul Linhas Aéreas desenhavam a tecnologia que ajudaria a companhia a decolar em dezembro daquele ano. Durante o período de definição da infraestrutura, duas opções vieram à pauta: montar um data center próprio para atender aos períodos normais e adotar computação em nuvem para suportar os picos ou superdimensionar o equipamento para os momentos de forte demanda (e consequente ociosidade em tempos amenos). “Vamos para cloud computing”, pensou o gerente-geral de TI da empresa, Kleber Linhares, apontando a escolha como alternativa mais sensata para reduzir o investimento inicial e assegurar o processamento necessário.
Computação em nuvem já havia entrado no discurso dos fornecedores há um bom par de anos, mas, quando o executivo buscou serviços desta natureza encontrou ofertas, no mínimo, desestruturadas. “Tudo era muito iniciante”, justifica o gerente, explicando que a ideia da equipe da Azul era colocar o front end de internet no conceito. Linhares não concretizou seus planos. “Não conseguimos achar um modelo comercial adequado ao tipo de demanda na qual eu pago apenas de acordo com o que preciso”, revela o executivo, que teve a sensação que os fornecedores não utilizavam um processamento ocioso, mas montavam uma estrutura para entrega, o que elevava os custos.
A Azul esbarrou ainda em outro ponto crítico. “Não vi ninguém apresentar algo que tinha minimamente um padrão de segurança”, comenta Linhares, dizendo que, quando somou este aspecto às incompatibilidades financeiras, decidiu esquecer, por um tempo, a ideia e montar sua própria infraestrutura de processamento com capacidade para um “pouquinho” além da normalidade para suportar os picos. Mas, vale ressaltar, a jovem companhia aérea roda um bom número de aplicações no modelo de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) que, de certa forma, está inserido na onda de computação em nuvem. No entanto, pontua Linhares, uma coisa não tem muito a ver com a outra. “Sai um pouco da questão. Cloud cai mais num conceito de processamento universal”, opina. Na Azul, estão na modalidade os sistemas de frame de aviação, de faturamento e de gestão de relacionamento com clientes (CRM), alguns rodando no servidor próprio, o que se configura, em alguns casos no conceito de nuvens privadas.
Esse ponto, de fato, explicita a falta de um conceito universal sobre o que é computação em nuvem. O Gartner a define como um estilo computacional no qual as capacidades de tecnologia podem ser massivamente escaláveis, consumidas no padrão “como serviço” e rodando sobre plataformas de internet. O discurso da IDC o classifica como um emergente modelo de desenvolvimento, estruturação e entrega, capaz de fornecer soluções de TI em tempo real, também pela internet. Por sua vez, fornecedores usam a palavra cloud dentro de um mix de conceitos tecnológicos tradicionais como arquitetura orientada a serviços (SOA), SaaS, virtualização de servidores, clusters, business process management (BPM), thin client, web 2.0 e compartilhamento de data centers – deixando o conceito ainda mais difícil de ser traduzido. Mas a propaganda vem dando certo. Prova disto está nos projetos que começam a aparecer.
Governo dos EUA vai à nuvem com o Google
SÃO PAULO – O governo norte-americano colocou no ar um site para facilitar o uso de software e serviços online por agências federais.
O site Apps.gov foi criado para incentivar o uso de soluções online e, assim, diminuir os custos com datacenters e o impacto ambiental. Oferece links para softwares e serviços online gratuitos e para redes sociais como Facebook e MySpace.
O Google dá apoio ao projeto, mas os dados do governo norte-americano não serão hospedados todos na nuvem do Google. Os dados mais sensíveis ficarão numa plataforma chamada de Nebula, desenvolvida pela NASA. No Apps.gov, o Google oferecerá uma versão corporativa do Google Apps.
A iniciativa foi apresentada hoje pelo CIO do governo dos EUA, Vivek Kundra, em um evento para imprensa realizado na NASA. “É uma inovação que pode mudar como a TI funciona e também ajudar a economizar dólares no processo”, disse.
Segundo Kundra, o governo federal dos EUA gasta mais de 75 bilhões de dólares com TI. “A computação em nuvem permite aos usuários consumir e pagar apenas o que eles precisam, conforme a necessidade, como acontece com a eletricidade e a água”, disse Kundra.
Empresa chega ao mercado com foco na Web 2.0
Computerworld
Estratégia da Businessquare, que faz parte do grupo de construção Fernandes Araújo, é permitir às companhias transformar redes sociais em negócios.
Com um expressivo investimento de 10 milhões de reais, o grupo carioca de construção civil Fernandes Araújo acaba de lançar a Businessquare, empresa de soluções digitais com foco no conceito de Web 2.0.
Sua atuação divide-se sob quatro pilares, formando um quadrado: conteúdo, comunidades específicas, geração de negócios e busca. De acordo com o diretor-geral da Businessquare, Betho Lima, são oferecidas ferramentas para o desenvolvimento de portais, tecnologia de Web TV e produção de artigos e vídeos.
Além disso, a empresa funciona como uma consultoria mostrando de que forma as companhias podem usar as redes sociais para gerar negócios. “Muitas estão presentes em comunidades como Twitter, LinkedIn e Facebook, mas não sabem o que fazer para obter resultados”, afirma Lima.
O executivo conta ainda que a Businessquare está envolvida em duas outras duas frentes. Uma na esfera política, trazendo o mesmo modelo adotado na campanha do presidente dos Estados Unidos Barack Obama rumo à Casa Branca.
A segunda é um projeto chamado “Teatro em Casa”, que visa formar parcerias com os captadores de peças teatrais para levar o conteúdo a locais onde elas não estão em cartaz. Tudo via internet.
Hoje, a Businessquare conta com 38 funionários e tem cerca de 15 clientes.
Microsoft e Sun em trabalho por interoperabilidade
Importante iniciativa. Microsoft e Sun juntas para o desenvolvimento de padrões abertos voltados para a interoparabilidade de suas plataformas.
Quem diria!
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por Charles Babcock | InformationWeek EUA
Participação da Sun na Apache Software Foundation deve ajudar a remover últimas barreiras entre padrões web
“Quero dizer, absolutamente, que estamos em paz”, avisou Steve Martin, um dos executivos da Microsoft que estavam no encontro JavaOne, que acontece em São Francisco, Estados Unidos. Isso pode ter sido uma forma engraçada, mas nenhum dos keynotes presentes riram. Ainda assim, os exemplos apresentados por Martin, diretor-sênior de desenvolvimento de plataforma de produtos, e Dan”l Lewin, vice-presidente de estratégia para desenvolvimento de negócios emergentes, impressionaram quem participava do evento, pelo desejo de a Microsoft ter Windows e .Net interoperar com a linguagem Java.
Com os times de engenheiros trabalhando nos bastidores para fazem com que o Windows rodasse aplicações Java e também para que servidores Solaris rodassem Windows, muitas barreiras de interoperabilidade foram derrubadas.
“Foi doloroso”, disse Martin. “Pense em um fazer um canal em todos os dentes”, já que os engenheiros removeram, um a um, pequenos obstáculos em seus respectivos sistemas operacionais e ambientes de desenvolvimento, acrescentou.
“Todos sabem que Sun Microsystems e Microsoft, cinco anos atrás, estavam praticamente em pé de guerra com suas hostilidades, mas a cooperação técnica cresceu entre as companhias. “Ambos, Java e .Net, venceram no mundo corporativo. 73% dos desenvolvedores estão com .Net ou uma combinação entre essa linguagem e a Java”, informou Martin.
O executivo afirmou que a Microsoft convenceu a Sun a participar do projeto Stonehenge Apache Software Foundation. O projeto trabalha para criar exemplos de referência open source de códigos que implementem interação entre diferentes sistemas invocando padrões web. O consórcio WWW e Oasis são os dois principais fundamentadores desses padrões, incluindo WS-Security e WS- ReliableMessaging.
A Microsoft contribuiu com uma versão .Net em um sistema IBM, inicialmente escrito em Java, para Stonehenge em Janeiro, dando aos desenvolvedores um caminho para testar interações entre Java e .Net através da web.
“Temos mudado”, adicionou Lewin. “A Microsoft absorveu os sistemas em volta de .Net e XML, e é nossa responsabilidade ver que essas coisas trabalham com outros sistemas.”
O projeto Stonehenge também é apoiado por desenvolvedores de Progress Software, Rede Hat e WSO2, uma empresa do Sri Lanka que produz serviços de middleware para web em código aberto. A WSO2 é a maior contribuinte do projeto.
A Microsoft mantém seu laboratório de interoperabilidade em Redmond, onde testa Windows e .Net com Java e outros produtos de código aberto. O local é uma forma de ilustrar para clientes da fabricante de Windows que os que eles quiserem desenvolver para rodar no Windows irá trabalhar em outros sistemas.